Museu Prudente comemora Dia do Folclore com contação de história e danças folclóricas
Em homenagem ao Dia do Folclore, comemorado em 22 de agosto, a SEMAC (Secretaria Municipal da Ação Cultural), por meio do Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes, abre as portas da imaginação para esse misterioso e fascinante mundo das lendas, danças, mitos, contos e seres mágicos que habitam o folclore brasileiro. No dia 22 de agosto (quarta-feira), às 9h30 e às 14h haverá contação de histórias com Lia Desjardins. Já no dia seguinte, 23 de agosto (quinta-feira), o espaço, em parceria com o programa Movimentação Cultural, oferecerá apresentação de Danças Folclóricas. Em ambos os eventos a entrada é gratuita. DIA DO FOLCLORE Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore. Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, "constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação". O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima. A palavra Folclore surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ''conhecimento popular''. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura europeia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado "Folk-lore". No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore".
