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Zoonoses realiza busca ativa e orientação após caso confirmado de esporotricose em cão no Santa Rosa

Equipe da Secretaria de Saúde visitou 310 imóveis da região e não identificou novos casos suspeitos em humanos ou animais

Por Comunicação Social / Publicado em 08/06/2026
Tempo de leitura: 3 minutos.

Após a notificação de um caso confirmado de esporotricose em um cão no bairro Santa Rosa, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma investigação epidemiológica com busca ativa de novos casos e orientação à população da região, ação que integra a rotina do CCZ sempre que há confirmação de casos da doença, com o objetivo de identificar possíveis novos registros, orientar os moradores e contribuir para o controle da transmissão.

A esporotricose é uma micose causada pelo fungo Sporothrix, encontrado no solo e em vegetais, e pode ser transmitida a humanos e animais.

Uma imagem focada mostra um gato de Bengala em um exame veterinário, com as mãos enluvadas de um profissional gentilmente segurando o animal. A composição da imagem é um close-up, focando na interação entre o gato e o veterinário. O enquadramento é íntimo, capturando a cabeça e parte do corpo do gato, juntamente com as mãos enluvadas que o seguram. A ação parece ser um momento calmo durante um exame, onde o veterinário está examinando ou acalmando o gato. A posição do gato é sentada, e as mãos do veterinário o envolvem gentilmente na região da cabeça e do corpo. O sujeito principal é um gato de Bengala adulto, com sua pelagem característica de manchas marrons escuras e pretas sobre um fundo dourado-alaranjado. Seus olhos são grandes e de um tom verde-azulado vibrante, olhando para o lado com uma expressão curiosa ou levemente apreensiva. O gato tem orelhas pontudas e bigodes longos e proeminentes. Suas patas dianteiras estão visíveis, apoiadas sobre uma superfície acolchoada, com suas unhas recolhidas. As mãos que o seguram vestem luvas médicas descartáveis, brancas e translúcidas, indicando um ambiente clínico.
Gatos são considerados os principais transmissores da doença esporotricose

A ação foi realizada durante três dias consecutivos em imóveis localizados em um raio de 200 metros do endereço do caso positivo. Ao todo, foram visitados 310 imóveis. A busca ativa não identificou nenhum caso suspeito em animais ou humanos.

Durante as visitas, veterinários e técnicos da Zoonoses explicaram que a doença pode afetar humanos e animais, principalmente os gatos, considerados os maiores transmissores, por meio de arranhões, mordidas ou contato com feridas e secreções nasais.

Os principais sintomas nos gatos são feridas que não cicatrizam, dificuldade para respirar, espirros com secreção, aumento do tamanho do focinho, emagrecimento e apatia; já nos cachorros, observam-se os mesmos sintomas, porém, de uma forma mais branda.

Caso a população identifique algum desses sintomas em seus animais, a orientação é procurar um médico-veterinário e comunicar o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone 3427-3008. A esporotricose tem tratamento tanto para humanos quanto para animais.

Uma imagem de estúdio mostra um veterinário examinando um cãozinho Shih Tzu com um estetoscópio, focando no cuidado e atenção médica a um animal de estimação. A composição da imagem é simples e direta, com foco nos sujeitos principais e um fundo neutro que minimiza distrações. O enquadramento é um close-up que capta a interação entre o veterinário e o cão, destacando a ação do exame. O cão está deitado sobre uma superfície clara, enquanto as mãos do veterinário, vestidas com luvas azuis, seguram o estetoscópio contra o corpo do animal. A cena é desprovida de ação dramática, transmitindo uma sensação de calma e profissionalismo. O sujeito principal é um cão da raça Shih Tzu, com pelagem longa e mista em tons de creme e castanho claro. Seus olhos estão fechados, e sua expressão parece tranquila, talvez um pouco sonolenta ou confiante no cuidado que está recebendo. As patas dianteiras estão repousando sobre a superfície, e sua cauda longa e peluda se estende para a esquerda da imagem. O veterinário é representado apenas pelas mãos, que vestem luvas descartáveis de cor azul vibrante. As luvas criam um contraste visual com a pelagem do cão e com o jaleco branco usado pelo profissional, que é visível no topo da imagem.
Doença pode se manifestar em cães também; em caso de suspeita, médico-veterinário deve ser consultado

Além das visitas domiciliares, a equipe também realizou ações de orientação em agropecuárias e pet shops da região, nas USFs (Unidades de Saúde da Família) Santa Rosa I e II, na Escola Estadual Avelina Palma Losso e em dois estabelecimentos veterinários do bairro.

“A orientação e a informação são fundamentais para evitar a disseminação da esporotricose. Assim que recebemos a confirmação do caso, realizamos a busca ativa e o trabalho educativo junto à população para alertar sobre os sintomas, formas de transmissão e a importância de procurar atendimento veterinário ao identificar qualquer suspeita nos animais”, destaca a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses, Aline Marangoni.


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