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Vereadores analisam planilha de custo de passagem

Por Comunicação Social / Publicado em 04/03/2013
Tempo de leitura: 3 minutos.

O secretário de Trânsito e Transportes, Jenival Dias Sampaio, o procurador Geral do Município, Cláudio Bini, e o técnico da Semuttran, Vanderlei Quartarolo, analisaram na tarde hoje (4) junto como os vereadores a planilha de custos que serviu de base para o reajuste da passagem do transporte coletivo de Piracicaba em dezembro de 2012 de R$ 2,60 para R$ 3,00. Planilha que, segundo o secretário, vem sendo usada em Piracicaba para os reajustes periódicos do preço da passagem há pelo menos 30 anos.

Durante a reunião, no plenário do Legislativo, Jenival explicou que Piracicaba tem seis terminais de integração, uma frota de operacional de 233 ônibus, distribuída em 98 linhas, sendo 88 urbanas e 10 rurais.

A média de quilometragem rodada é de 1.450.000 quilômetros por mês, equivalentes a 93.000 viagens, transportando uma média de 2.900.000 passageiros. Além da integração dos terminais há ainda a integração temporal, durante o trajeto, valido por 45 minutos entre um ônibus e outro, com o uso do cartão TIP.

Apenas 6% dos usuários do serviço adquirem a passagem a bordo, pagando R$ 3,40. Do total, 40% recebe vale transporte a R$ 3,00 e parte do custo de cada passagem é do empregador. Usufruem gratuitamente do sistema idosos e portadores de deficiência. Esse público equivale a 24% dos usuários. Populares com cartão TIP, a R$ 3,00, representam 19% do total. Estudantes pagam valor menor (R$ 2,25%) e representam 5% do público atendido.

Dentre os custos que se destacam na planilha está o aumento do salário dos motoristas, que representa a 11% da composição. De 2011 e 2012 foram feitas várias adaptações em linhas de bairros e ampliado o número de ônibus para atendê-las, com isso houve aumento de 8,5% na quilometragem percorrida mensalmente – correspondente a 135 mil quilômetros a mais – e a inserção de outros 17 ônibus.

Quartarolo observou que não foram computados no custo total o dissídio de maio deste ano (2013) dos motoristas, nem o aumento recente no preço da gasolina. “Todos esses custos adicionais foram incorporados pelo sistema”, disse.

Os ônibus que entraram na rede a partir de 2008 têm plataforma elevatória. O sistema Elevar, que atende cadeirantes e pessoas com necessidades especiais, também está sendo ampliado e as empresas envolvidas se comprometeram a renovar a frota com maior periodicidade.

Quartarolo observou que as pessoas que ainda não têm cartão TIP devem fazê-lo, porque é um serviço gratuito, permite a integração temporal durante o trajeto e, caso a pessoa o perca, não perderá todas as passagens que estão carregadas nele, já que pode bloqueá-lo e requerê-las de volta no próximo cartão.


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