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CCZ registra terceiro morcego com resultado positivo para raiva em 2026

Animal foi recolhido na região central; vacinação dos animais domésticos deve ser mantida em dia

Por Comunicação Social / Publicado em 17/07/2026
Tempo de leitura: 3 minutos.

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), departamento da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou o terceiro morcego com resultado positivo para o vírus da raiva em Piracicaba neste ano. O animal, da espécie Nyctinomops laticaudatus, um morcego insetívoro, foi recolhido na região central da cidade, nas proximidades do bairro São Dimas.

O primeiro registro positivo de 2026 foi de um morcego encontrado no bairro São Dimas e o segundo, nas proximidades do bairro São Jorge

Em 2025, Piracicaba registrou sete morcegos com resultado positivo para raiva, localizados nos bairros Santa Teresinha, Vila Prudente (dois casos), Centro, Nova América, Água Branca e Jardim Monumento. Em todos os casos, os animais eram insetívoros e não houve registro da doença em cães ou gatos.

Uma fotografia em plano fechado mostra um pequeno morcego sendo segurado suavemente pelas asas estendidas por mãos humanas enluvadas, destacando a anatomia detalhada do animal contra um fundo neutro. A composição é centralizada e vertical, focada na interação entre as mãos e o animal. As mãos, protegidas por luvas de látex, seguram as pontas das membranas das asas do morcego, estendendo-as horizontalmente para exibir a envergadura e a estrutura física do animal. O enquadramento é direto e funcional, mantendo o morcego como o ponto focal principal, posicionado logo acima de uma superfície de granito texturizada que serve como base visual para a cena. O sujeito principal é um pequeno morcego de pelagem marrom-acinzentada, que apresenta traços faciais delicados e orelhas distintivas dobradas. Sua boca está levemente aberta, revelando pequenos dentes, e seus olhos estão fechados ou semicerrados, mantendo uma postura imóvel. As membranas das asas são finas, translúcidas e apresentam uma coloração castanha escura com veios visíveis, demonstrando uma textura flexível. As mãos que seguram o animal parecem pertencer a um profissional, dado o uso de luvas de proteção, e estão posicionadas com cuidado, garantindo que o morcego seja mantido em uma pose de exibição clara. Esta imagem possui um estilo de registro científico ou de documentação biológica, característico de trabalhos de campo, triagem veterinária ou conservação. A execução é puramente técnica, com foco na nitidez, clareza visual e na representação fiel das características físicas do animal para fins de estudo ou análise. Não há intervenções artísticas ou manipulações estilísticas, mantendo uma estética de fotografia de observação direta onde o objetivo é a clareza informativa. O cenário é simples e utilitário, sugerindo um ambiente clínico ou de laboratório. Abaixo do animal, a superfície de granito exibe um padrão salpicado em tons de cinza, branco e preto. O fundo é um painel liso e de cor neutra, que elimina distrações e isola o morcego, permitindo que a iluminação suave e difusa ilumine uniformemente o animal. A luz não cria sombras duras, o que garante que todos os detalhes morfológicos, desde o pelo no tronco até as delicadas membranas das asas, sejam visíveis e facilmente observáveis. A atmosfera é de cuidado, neutralidade e precisão técnica.
Morcego foi encontrado na região central

ORIENTAÇÕES – Ao encontrar um morcego, vivo ou morto, a orientação é não tocar, manipular ou tentar capturá-lo. Se possível, o animal deve ser isolado com um balde, caixa ou outro recipiente até a chegada da equipe do CCZ, que fará o recolhimento de forma segura.

Embora os morcegos desempenhem importante papel no equilíbrio ambiental, qualquer animal encontrado caído, com dificuldade para voar ou apresentando comportamento incomum deve ser considerado suspeito e não deve ser manipulado.

Uma fotografia em close-up apresenta um pequeno morcego preto sendo segurado com cuidado por uma mão enluvada, oferecendo um raro vislumbre da anatomia delicada e da natureza desta criatura noturna. A composição é centrada na interação entre a mão humana e o morcego, com a criatura ocupando o espaço central da imagem enquanto é gentilmente segurada pelo torso e pelas asas. O enquadramento é apertado, focando quase exclusivamente no morcego, permitindo uma observação detalhada de sua estrutura física, enquanto a mão enluvada serve como um ponto de referência para a escala do animal. A posição do morcego é lateral, permitindo que a extensão das membranas das asas e os detalhes das garras fiquem visíveis para o observador. O sujeito principal é um morcego de pelagem escura e aveludada, exibindo orelhas arredondadas características e um rosto pequeno com um focinho compacto. As membranas das asas, que formam o patágio, são visíveis em sua textura fina e escura, com garras proeminentes nas articulações dos dedos. A criatura parece estar em um estado de calma ou imobilidade, com suas pequenas pernas e garras voltadas para baixo. A mão que o segura está protegida por uma luva de látex branca, sugerindo um contexto de manuseio profissional, científico ou de resgate de vida selvagem. A imagem é uma fotografia digital de alta definição, caracterizada por uma nitidez que destaca as texturas finas do pelo do morcego e as dobras da pele das asas. Não há manipulação artística evidente; trata-se de um registro documental que utiliza luz natural ou artificial difusa para evitar sombras agressivas, garantindo que os detalhes anatômicos da criatura sejam claramente visíveis e preservados para fins de identificação ou estudo. O ambiente é neutro e desprovido de distrações, com um fundo de cor sólida, provavelmente uma parede clara, que isola o assunto principal. A iluminação é suave e uniforme, eliminando sombras fortes e destacando a silhueta do morcego contra a luva branca. A atmosfera é de cuidado, observação científica e respeito pela vida selvagem, evocando um sentimento de curiosidade e consciência sobre a fragilidade e a importância biológica desses pequenos mamíferos alados em nosso ecossistema.
Morcego com resultado positivo é da raça Nyctinomops laticaudutus

PROTEÇÃO AOS ANIMAIS – O CCZ reforça a importância de manter em dia a vacinação antirrábica de cães e gatos. A imunização deve ser realizada anualmente, é gratuita e está disponível durante todo o ano no Centro de Controle de Zoonoses.

A raiva é uma doença viral grave que acomete mamíferos, incluindo seres humanos, e apresenta alta letalidade. A vacinação dos animais domésticos é uma das principais formas de prevenção.

Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato pelo telefone 156 ou diretamente com o CCZ pelo número (19) 3427-3008. O Centro de Controle de Zoonoses está localizado na rua Dionísio Dal Picolo, nº 21, no bairro Jupiá, e atende de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h e aos sábados, domingos e feriados das 7h às 12h.


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