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Os efeitos das fortes chuvas na Zona Rural

Por Comunicação Social / Publicado em 31/03/2011
Tempo de leitura: 4 minutos.

A zona rural de Piracicaba tem em sua malha viária 147 pontes, a grande maioria delas de madeira, e quase duas centenas de tubulações de água de chuva, que exigem atenção diária por parte da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Sema).

Com as chuvas torrenciais desde dezembro/2010, agravadas de janeiro a março, aconteceram sérios problemas em 10 locais diferentes, causando grandes transtornos e exigindo muito mais das equipes de manutenção da Sema.

Somente neste mês de março, do dia 11 para 12, a quantidade de chuvas no município foi extremamente volumosa. Nesta semana, dia 29, pancadas muito fortes atingiram alguns pontos bem distantes, nos extremos do município, acarretando situações mais graves. O bairro Tamandupá, onde já havia acontecido outros eventos, e Anhumas, próximo à estrada da Capela de São Sebastião, são dois desses exemplos.

Ali, duas linhas de tubos de grande porte apresentaram problemas com o excessivo volume de água, que chegou a passar por cima da estrada, de maneira nunca vista. As equipes da Sema trabalham nesses trechos, particularmente próximo à estrada da Capela, neste momento, refazendo parte do aterro que a água levou.

Outra turma de trabalhadores atende um trecho no Tamandupá, na construção de uma ponte de difícil execução, onde se faz necessário o uso de compressor de ar e martelete de grande porte, para fazer 16 furos que irão sustentar a nova ponte. No dia 29, terça-feira, o concreto estava pronto e, mais uma vez, uma forte chuva além de obrigar a parada no serviço, complicou ainda mais a construção dessa ponte.

Por outro lado, essa parada permitiria iniciar serviços num outro lado: na ponte do Pau Queimado, estrada do Canaã, porém, também lá, a chuva fez com que o ribeirão transbordasse. Somente no dia seguinte, é que se conseguiu erguer uma passarela para passagem de pedestres.

Próximo ao bairro Monte Branco, na estrada do Casarin divisa com o Santinho, outra ponte ruiu e como paliativo, foi feito um desvio. Do outro lado, na outra divisa com Saltinho, em Manduca Coelho, a cabeceira da ponte apresenta problemas. Desde a tarde de segunda-feira, 28, a Sema vinha abrindo outro desvio, que ficou pronto dois dias depois.

Há, ainda, outras áreas pedindo atenção, pontes que caíram ou perderam a cabeceira, linhas de tubos levadas pelas chuvas, mas não há um só bairro rural que esteja ilhado ou sem condição de acesso à cidade ou a outros bairros, mesmo que neste momento, o ir e vir exija algum sacrifício.

As chuvas que têm nos atingido causaram problemas por todo país. Para nós eles podem parecer maiores porque temos uma grande extensão rural, são mais de 2,7 mil quilômetros, portanto, tudo é proporcional. Vale lembrar também que mesmo em áreas particulares e estradas de servidão, a Sema não deixa de atender munícipe algum.

A Sema também mantém um programa de trabalho muito bem elaborado, mas não consegue fazer uma ponte por semana, principalmente com chuvas intercalando o período. Aos moradores das regiões rurais é solicitado um pouco de paciência até que se consiga restaurar todas as estradas e pontes. De toda forma, a Secretaria está à disposição para ouvir solicitações e atender emergências pelo telefone 3437.4000.


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