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Yamandu Costa hoje no Teatro Municipal

Por Comunicação Social / Publicado em 27/03/2009
Tempo de leitura: 3 minutos.

O violonista e compositor de Jazz do Rio Grande do Sul, Yamandu Costa apresenta o show “Lida” hoje, dia 27, às 21h, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. No show, Yamandu Costa mostra as emoções de suas raízes transformadas nas lembranças do homem do campo em suas danças, ritmos e cantigas distantes. Para interpretar o repertório, Yamandu Costa convida dois músicos singulares que acrescentaram em cada música suas vivências e suas raízes: Nicolas Krassik e Guto Wirtti . O violinista Nicolas Krassik, formado em música erudita pelo Conservatoire National de Region d’Aubervilliers-la Courneuve e em Jazz pelo C.I.M. (Centre de Fomation Musicale de Paris), tem uma vasta experiência dentro e fora do Brasil. Gravou dois CDs com vários convidados, tais como João Bosco e Hamilton de Holanda. Tocou com diversos artistas consagrados , entre os quais Yamandu Costa, Beth Carvalho, Marco Pereira, Paulo Sérgio Santos, Henrique Cazes e Zé Carlos Bigorna. Outro jovem músico do Rio Grande do Sul, Guto Wirtti (baixo acústico) começou a tocar violão aos seis anos de idade com seu pai que é cantor e compositor de música regional. Aos doze, interessou-se pelo contrabaixo e fez dele o seu instrumento predileto. Hoje toca com alguns dos grandes nomes da música e é também compositor de música instrumental. No CD Lida tem três músicas em parceria com Yamandu Costa: Bem Baguala, Adentro e Petite Tristesse (bônus). Um pouco mais de Yamandu Costa Nascido em Passo Fundo, em 1980, Yamandu começou a estudar violão aos sete anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo “Os Fronteiriços”, e se aprimorou com Lúcio Yanel, virtuoso argentino radicado no Brasil. Até os 15 anos, sua única escola musical era a folclórica do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai. Depois de ouvir Radamés Gnatalli, ele começou a procurar por outros brasileiros, tais como Baden Powell, Tom Jobim, Raphael Rabello, entre outros. Suas interpretações performáticas conseguem remodelar cada música que toca revelando uma profunda intimidade com seu instrumento. Yamandu toca choro e, bossa nova, mas também é um gaúcho cheio de milongas, tangos, zambas e chamamés. Um violonista e compositor que não se enquadra em nenhuma corrente musical, mas se revela como uma mistura de todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de 7 cordas.


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