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Semae realiza simulado de emergência para segurança no tratamento de água

Treinamento na ETA Capim Fino prepara equipes para vazamentos de cloro, garantindo a segurança de servidores e da população

Por CCS / Publicado em 21/01/2026
Tempo de leitura: 5 minutos.
A imagem mostra duas pessoas vestindo trajes de proteção química amarelos e respiradores autônomos enquanto examinam um grande objeto cilíndrico marrom, que parece ser um equipamento industrial. Uma pessoa está ajoelhada em frente ao objeto, enquanto a outra está em pé atrás dela, ambas focadas na tarefa. O ambiente parece ser uma instalação industrial com paredes de concreto, tubulações e tampas redondas verdes no chão. Há também um sinal de saída de emergência verde com uma seta apontando para a direita na parede.
Operadores da ETA finalizam a contenção de vazamento de cloro durante simulado

Com objetivo de aperfeiçoar os procedimentos de segurança e preparar as equipes para atuação em eventuais situações de emergência, o Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) de Piracicaba realizou na manhã de hoje, 21/01, um simulado interno do Plano de Ação de Emergência (PAE) para Cloro na ETA Capim Fino. A ação integra o programa anual de capacitação da autarquia onde o treinamento é controlado, não utiliza cloro real, não oferece risco aos servidores ou à população e não gera impacto no abastecimento de água da cidade. Participaram da ação as equipes da ETA, Sesmt (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho), servidores do setor Operacional, Central 115 e PGR (Programa de Gerenciamento de Risco).

A imagem mostra duas pessoas vestindo trajes de proteção química amarelos completos, incluindo capuzes, máscaras de gás com filtros e luvas. Elas estão em um ambiente interno com piso de concreto e paredes pintadas de amarelo. À esquerda, há um grupo de pessoas em roupas casuais, observando. Há também prateleiras com equipamentos e caixas. No centro e à direita, vemos equipamentos de proteção, como botas de borracha em uma prateleira metálica, cilindros de gás amarelos e caixas de papelão com a marca "Dräger PA 540". Há também painéis de controle com botões coloridos em primeiro plano. O ambiente parece ser um local de treinamento ou armazenamento para situações de risco.
Em simulado, após soar alarme, servidores se equipam para combater vazamento de cloro
A imagem mostra um grupo de homens em pé em um corredor aberto, com uma estrutura industrial ao fundo. Um homem, vestindo um colete laranja de alta visibilidade e calças escuras, está de pé no lado esquerdo da imagem, de frente para o grupo e aparentemente falando com eles. Ele está segurando um pequeno objeto em sua mão. O grupo de homens está em pé em um semicírculo voltado para o homem de colete laranja. A maioria deles está vestindo roupas casuais, como camisetas, jeans e calçados de segurança. No entanto, dois homens no grupo estão vestindo macacões amarelos de corpo inteiro, que parecem ser equipamentos de proteção individual (EPIs). O corredor onde eles estão tem um piso de concreto e um teto de concreto com algumas manchas e sinais de desgaste. Há luminárias fluorescentes presas ao teto. Ao fundo, vislumbra-se uma estrutura industrial com metal aparente e escadas. Há também sinais verdes de saída com setas em algumas das aberturas do corredor. No primeiro plano, um grande objeto retangular pintado de amarelo com marcações pretas está posicionado no chão.
Após simulado, todos os envolvidos relatam suas experiências com o simulado

Alex Lazaro Barbosa, técnico de Segurança do Trabalho do Semae e um dos responsáveis pela coordenação do simulado, destacou que esse treinamento é rotina junto aos operadores de tratamento de água. “Em caso de vazamento de cloro, que é um produto químico muito perigoso, até letal, precisamos estar com esse plano de emergência pronto para mitigar a situação e não tenha nenhum dano, nem pessoal, ao Semae, nem para a comunidade”, afirmou.

Um homem olha diretamente para a câmera com uma expressão séria. Ele está vestindo um suéter escuro e tem um cordão vermelho com o logotipo "Semae" pendurado em seu pescoço, com um par de óculos azuis pendurados nele. Ao fundo, à esquerda, há uma prateleira de metal cheia de itens, possivelmente equipamentos de segurança ou suprimentos. O fundo está levemente desfocado, sugerindo que o foco principal é o homem. O ambiente parece ser um local de trabalho ou industrial, com uma atmosfera geral de utilidade.
Alex Lazaro Barbosa, técnico de Segurança do Trabalho do Semae

O PAE é uma exigência do PGR (Programa de Gerenciamento de Risco) do Semae e que segue todas as orientações da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). “Todos os operadores passam, pelo menos, por dois treinamentos deste por ano. Nessa unidade, nós nunca tivemos vazamento de cloro de grande proporção, mas apesar da nossa manutenção preventiva e cumprimento das normas técnicas, o risco ainda existe, por isso sempre esse treinamento, pois isso é para a segurança de todos”, completou Alex.

Valdir Scopin, operador de tratamento de água ETA Capim Fino, é um dos responsáveis pelas ações de contenção em caso de emergências, e explicou como é realizado a ação. “Quando identificamos o vazamento a primeira coisa é soar o alarme para evacuação total. Depois, nós responsáveis pela contenção, colocamos os EPIs, como roupa, calçado, luvas e máscara especiais, além dos cilindros de oxigênio – para não inalar o gás. Em seguida, vamos averiguar onde estão os pontos de vazamento e fazer o combate de acordo com sua proporção”.

Um homem de meia-idade, vestindo um macacão amarelo brilhante da DuPont Tychem QC, está parado em frente a uma estação de tratamento de água. Ele segura uma máscara preta e transparente na mão direita. O macacão parece ser de corpo inteiro, com capuz e luvas integrados. A máscara, que ele segura, cobre o rosto e tem lentes transparentes e um respirador. O fundo da imagem mostra a infraestrutura de uma estação de tratamento de água, com tanques de concreto, tubulações e passarelas metálicas amarelas. O céu está azul com algumas nuvens brancas, sugerindo um dia ensolarado. A imagem transmite uma sensação de profissionalismo e segurança, com o homem preparado para trabalhar em um ambiente que pode exigir proteção.
Valdir Scopin, operador de tratamento de água ETA Capim Fino

Scopin lembrou que a contenção sempre é feita por, pelo menos, dois operadores com treinamento e ferramentas especiais. “A importância deste treinamento e do nosso trabalho é preservar a vida e segurança dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de problema no abastecimento de água na cidade”.

 Ronald Pereira, presidente do Semae, lembrou que o treinamento realizado hoje na ETA Capim Fino é fundamental para a segurança dos servidores e da população. “A capacitação contínua no Plano de Ação de Emergência garante que nossos operadores estejam preparados para agir de forma rápida e eficiente em situações críticas. Ao implementar esses simulados regularmente, reforçamos nosso compromisso com a segurança no abastecimento de água em Piracicaba”.


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