SEMA apresenta variação de hortifrutigranjeiros
A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SEMA), por meio do Departamento de Abastecimento (DEPAB) elaborou e apresenta a variação de preços dos produtos hortifrutigranjeiros, no mercado varejista de Piracicaba, no período que compreende de 24/12/2014 a 21/01/2015. Acompanhe:
No grupo das Frutas: Principais Altas: melancia + 20,7% (final da safra no Estado e aumento substancial no consumo) e maçã nacional gala + 7,13%.
Principais Baixas: mamão formosa – 6,59%; abacate – 4,09% e limão taitti – 2,66% (Oferta satisfatória no mercado atacadista) demais itens do grupo permaneceram estáveis.
Grupo Legumes: Principais Altas: abobrinha brasil + 31,23%; jiló + 18,75%; pepino caipira+ 9,09%; pimentão verde + 6,56% e chuchu + 5,79% (baixa oferta do produto no mercado atacadista, motivada pela estiagem e pelas fortes temperaturas).
Principais Baixas: tomate salada – 19,05%; (maturação antecipada pelas altas temperaturas); quiabo – 9,15% e vagem – 7,66% (oferta satisfatória no mercado atacadista), demais itens do grupo permaneceram estáveis.
Grupo Verduras: Principais Altas: chicória + 2,87%; acelga + 2,70 %; alface + 1,15% (baixa oferta do produto no mercado atacadista, motivada pela estiagem e pelas fortes temperaturas
Principais Baixas: couve manteiga – 0,93% (oferta satisfatória no mercado atacadista) demais itens do grupo permaneceram estáveis.
Grupo Raízes e Tubérculos: Principais altas: cebola amarela nacional + 7,36% e batata ágata especial + 4,65%. Baixa oferta do produto mercado atacadista.
O diretor do DEPAB , Francisco Ernesto Guastalli, informa que mesmo assim os consumidores que fazem uso dos Equipamentos Públicos conseguem fazer uma boa economia em se comparando com a média dos preços praticados pela iniciativa privada -30,10%. A cesta de produtos custa R$ 136,06 nos Varejões, contra R$ 177,02, custo médio praticados por equipamentos privados.
Guastalli explica que a estiagem prolongada pela qual passamos em 2014 e que se prolonga com as baixas precipitações esperadas para época e as altas temperaturas, tem ocasionado danos sem precedentes à produção agrícola, mas principalmente na produção de holerícolas de folhas e frutos. Ele esclarece que se persistirem as altas temperaturas e o baixo volume de chuvas, a tendência é de redução na oferta dos produtos e consequentemente o aumento dos preços, pois o consumo está aquecido.
No grupo das frutas, verduras e legumes houve um forte aumento na demanda (aumento do consumo), se o consumidor ficar atento as ofertas nos produtos de safra e fizer substituição no cardápio dos produtos, que estão em alta por produtos com preços atrativos, deixando produtos em alta no balcão, será possível uma boa economia.
