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Sedema passa a receber o descarte de lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias

Por Comunicação Social / Publicado em 18/11/2009
Tempo de leitura: 4 minutos.

Se, por um lado as lâmpadas fluorescentes consomem menos energia elétrica do queas incandescentes, por outro, geram grandes problemas na hora do descarte. Elas não podem ser jogadas no lixo comum porque possuem componentes tóxicos na sua composição. O mercúrio, por exemplo, acumula-se nos organismos vivos e, em altas concentrações, provoca problemas de saúde às vezes irreversíveis, afetando especialmente o sistema nervoso central.

Em Piracicaba, a partir de hoje (18/11) a Prefeitura Municipal passará a receber o descarte destes materiais provenientes de residências, das Secretarias, Autarquias, Escolas Municipais e das Escolas Estaduais em diversos pontos de coleta instalados na cidade. A destinação final das lâmpadas coletadas será as industrias de descontaminação e reciclagem.

No Brasil não existe ainda lei que obrigue o fabricante destas lâmpadas a recolhê-las, a responsabilidade geralmente é repassada para a Prefeitura que por sua vez, a passa para o consumidor. Desta forma, boa parte destas lâmpadas, assim como demais tipos de resíduos, acabam sendo enviadas para aterros e lixões, sem qualquer tipo de tratamento.

Considerando os graves impactos negativos que o descarte incorreto de pilhas e baterias usadas causa ao meio ambiente e à saúde humana, o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA -, através da Resolução nº 257, de 30 de junho de 1999, estabeleceu regras para o gerenciamento ambientalmente correto dos resíduos gerados após o consumo destes produtos.

De acordo com a resolução do Conama, as pilhas e baterias devem ser encaminhadas aos estabelecimentos que a comercializam ou a rede de assistência técnica autorizada para que as enviem aos responsáveis pela disposição final ou possível reciclagem, neste caso, os fabricantes ou importadores.

Lâmpadas – O que fazer com elas?

Cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes/ano são geradas no Brasil por ano. Apenas cerca de 6% são descartadas adequadamente e encaminhadas para tratamento e descontaminação.

Existem algumas iniciativas de descontaminação e reciclagem dos componentes, mas nem todos os processos são adequados do ponto de vista socio-ambiental por muitas vezes não terem uma manipulação adequada do mercúrio. Outro problema é que há um custo para descontaminar essas lâmpadas.

Por não existir uma política pública nesta questão, a alternativa, vem sendo a parceria entre o poder público e o privado, com a participação da sociedade civil.

As lâmpadas jogadas em lixos comuns, áreas verdes, caçambas de entulho e outros, contem metais pesados, entre eles o mercúrio que não se degenera, e, quando ingerido pelo homem pode causar danos irreversíveis no sistema nervoso central, como por exemplo, o “mal de minamata”.

PONTOS DE DESCARTE DE RESPONSABILIDADE DA SEDEMA

CENTRAL DE RESÍDUOS – Rua Dona Regina, nº 507 – Bairro Paulicéia.CENTRO CÍVICO – Rua Cap. Antonio Correa Barbosa, nº 2233.PARQUE SANTA TEREZINHA Rua Adelmo Cavagioni – próximo a Ponte EstaiadaPARQUE PIRACICAMIRIM Av. Alberto Vollet Sachs – próximo terminal doPiracicamirimZOOLÓGICO (PARAÍSO DA CRIANÇA) Av. Mal.Castelo Branco, nº 426 – Jardim Primavera


Secretarias e Outros órgãos

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