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Secretaria de Saúde reforça importância da vacinação após confirmação de caso de sarampo em São Paulo

Por CCS / Publicado em 19/12/2025
Tempo de leitura: 2 minutos.

A confirmação de um novo caso de sarampo na capital paulista pela Secretaria de Estado da Saúde acendeu o alerta das autoridades sanitárias para a adoção de medidas que evitem a circulação do vírus, altamente contagioso. Entre as ações estão a busca ativa de contatos e a intensificação da vacinação contra a doença.

A imagem mostra um close-up de um braço sendo vacinado. Uma seringa com uma agulha fina está sendo inserida na pele do braço de uma pessoa. A pessoa que está sendo vacinada usa uma camiseta azul escura, e a manga está dobrada para cima, expondo a parte superior do braço. A mão que segura a seringa parece ser de um profissional de saúde, com os dedos firmemente posicionados no êmbolo e no corpo da seringa. A pele do braço está lisa e clara, e a agulha da seringa é quase imperceptível. O fundo está desfocado, sugerindo um ambiente clínico, como um consultório médico ou uma clínica de vacinação.
Vacina tríplice viral está disponível nas unidades de saúde do município

O caso confirmado é de um homem de 27 anos, não vacinado, com histórico de viagem internacional recente. Este é o segundo registro de sarampo no Estado em 2025. O primeiro ocorreu em abril, também na capital, conforme monitoramento epidemiológico da Vigilância Estadual.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível em todas as unidades de Atenção Básica do município (exceto UBS Paulista), de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h. Na UBS Centro, o atendimento ocorre também em horário estendido, das 17h às 20h.

O esquema vacinal prevê a aplicação da primeira dose aos 12 meses de idade, com a vacina tríplice viral, e a segunda dose aos 15 meses, com a vacina tetraviral (ou tríplice viral + varicela).

Para pessoas de 5 a 29 anos, a recomendação é iniciar ou completar o esquema com duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já para a faixa etária de 30 a 59 anos, está indicada uma dose da vacina, caso não haja comprovação de vacinação anterior.

Profissionais das áreas da saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação devem manter a vacinação em dia, com o esquema vacinal completo.


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