Representantes do setor sucroenergético realizam mesa redonda com convidados estrangeiros
Como parte da programação de ações do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solutions para as empresas participantes do Fenasucro&Agrocana 2011, em Sertãozinho (SP), o Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla), em parceria com Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Sociedade dos Técnicos Açucareiros do Brasil (Stab) reuniram técnicos estrangeiros para tirar dúvidas sobre a tecnologia do setor sucroenergético do Brasil.
“Neste encontro, tivemos a oportunidade de detalhar como funciona o setor, desde o campo à indústria”, explica José Paulo Stupiello, presidente da Stab. Reunidos no Hotel JP, em Ribeirão Preto, os convidados estrangeiros puderam obter mais informações sobre a cadeia produtiva brasileira, sobretudo no que diz respeito a aspectos de moagem, logística e defensivos. “Depois deste encontro, ninguém deixa de fechar negócio por falta de informação”, avalia Stupiello.
Para Flávio Castelar, secretário-executivo do Apla, a organização da mesa redonda auxiliou os investidores a ampliar seu leque de informações necesárias a suas tomadas de decisão. “Quando acontecem feiras como a Fenasucro&Agrocana, eles visitam diversos engenhos, mas precisam de detalhes que, muitas vezes, não podem ser explicados durante estas visitas”, diz ele, que avalia como positiva a aproximação do Apla, um organismo voltado para negócios, com a Stab, uma entidade de caráter técnico e com grande abrangência no setor sucroenergético.
No total, a rodada contou com 18 participantes na manhã desta quinta-feira, 1º de setembro. Para o investidor Miguel Maldonado, da Guatemala, foi fundamental ter este momento para organizar as dúvidas e receber as informações. “Para nós é muito importante entender como funciona a cadeia produtiva da cana-de-açúcar do Brasil que é, sem dúvida, a mais bem preparada e equipada do mundo”, diz. Quinto maior exportador de açúcar do mundo, o país da América Central tenta desenvolver sua indústria para também produzir etanol, “nos moldes do que acontece aqui”, diz.
