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Por Comunicação Social / Publicado em 18/06/2015
Tempo de leitura: 3 minutos.

Por que a ideia de ocupar os espaços públicos? Já não são ocupados por todos os cidadãos? De quais espaços públicos estamos falando? Como os espaços públicos são pensados? Essas e outras questões estão presentes na Proposta Pedagógica da Escola de Educação Infantil Antonio Boldrin – Lugar Ocupado: Os espaços das Infâncias – que procura provocar a reflexão sobre os espaços públicos que não são ocupados pelas crianças.

“Temos como percurso apresentar os diferentes espaços da cidade: o Museu, a Biblioteca Municipal, a Câmara de vereadores, os Centros Culturais e Pontos de Cultura, a Casa do Povoador, a Pinacoteca e outros. E, principalmente, provocar nesses espaços um olhar para mudanças ao receber outro público: os bebês e as crianças pequenas”, explicou o diretor da escola Peterson Rigato.

Segundo ele, o corpo docente está trabalhando com três categorias que se comunicam entre si, no sentido de mudanças de olhares, da escuta e das diferentes linguagens presentes no cotidiano da educação infantil. Os eixos são: Espaço-casa, Espaço-EMEI e Espaço-cidade.

Construção de um parque sonoro como lugar e espaço

Um parque sonoro será construído na própria unidade. Isso mesmo. Na semana passada, professoras e as auxiliares, 30 ao todo, participaram de uma oficina no Espaço Cultural Bloco da Ema. A oficina de instrumentos musicais de percussão foi direcionada pelo presidente do Bloco Tony Azevedo. As profissionais construíram instrumentos como o Pau de chuva, Flauta d’agua Patanbome, entre outros, feitos somente de materiais recicláveis.

Como o próprio nome já diz, Parque Sonoro é um laboratório experimental livre e pioneiro para geração de sons, ritmos e melodias que inspiram uma relação lúdica e inesquecível com a música, com instrumentos criativos feitos para crianças.

“O Parque Sonoro dá a oportunidade para as crianças vivenciarem experiências sonoras que possibilitem a manifestação das múltiplas linguagens infantis de forma integrada, contribuindo para o desenvolvimento da imaginação, da criatividade e de novas possibilidades de interação social”, disse a professora Fernanda Ferreira de Oliveira

Fotos: Marquinhos Ferreira

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