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Procura por segunda dose da H1N1 para crianças é baixa

Por Comunicação Social / Publicado em 30/07/2010
Tempo de leitura: 4 minutos.

Desde o início da campanha, a Secretaria Municipal da Saúde orienta pais e responsáveis sobre a necessidade da segunda dose. Para a faixa etária dos seis meses a menores de 9 anos, a segunda dose da vacina é necessária. De acordo com Jaqueline De Carli Arnosti, responsável pelo setor de imunização da Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM), aproximadamente 6.000 crianças que tomaram a primeira dose ainda não retornaram as unidade de saúde. Segundo Jaqueline, a segunda dose é apenas para crianças que tomaram a primeira dose.

Para que a criança tome a segunda dose é preciso que os responsáveis levem a carteira de vacinação ou comprovante de que a criança já foi imunizada com a primeira dose”, explicou Jaqueline. Crianças de seis meses a menores de 9 anos que ainda não tomaram a 2ª dose da vacina contra a H1N1, devem ser levadas a uma unidade de saúde mais próxima para garantir a total imunização contra o vírus Influenza A. A vacina deve ser tomada 21 dias após a primeira dose.

Números de casos diminuem

O Ministério da Saúde divulgou nesta semana que o número de casos graves e de mortes causados pela gripe H1N1 no Brasil caiu entre os meses de março e julho. De acordo com o Ministério os dados são computados semana a semana. Em Piracicaba foram registrados, de acordo com o último boletim divulgado esta semana pela VEM, 64 notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). No início do mês, eram 53 notificações e 02 casos positivos da doença. O número de casos positivos se mantêm, uma criança de 11 anos e uma mulher de 40 anos, que foram tratados e passam bem.

De acordo com Fernanda Menini, diretora da VEM, o baixo número de casos confirmados de H1N1 prova que as ações da Secretaria, como divulgação de medidas preventivas e os esforços na campanha de vacinação, foram válidos. “No ano passado, em que tivemos 53 confirmações de H1N1 e três mortes, não tínhamos conhecimento da doença e nem preparação. Para este ano nos preparamos antecipadamente, além de termos imunizado quase metade da população com a vacina”, disse Fernanda.

Para ela, o essencial é continuar com as ações preventivas, como lavar as mãos com água e sabão, cobrir a boca ao tossir e espirrar, não compartilhar objetos de uso pessoal como toalha e talheres e evitar lugares aglomerados. Piracicaba imunizou 189.955 pessoas durante quatro meses de campanha. Foram imunizados gestantes, doentes crônicos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, população com 60 anos ou mais e população de 20 a 39 anos.


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