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Procon Piracicaba finaliza operação Carnaval

Foram realizadas visitas preventivas e identificadas falhas pontuais em oito estabelecimentos; regularização foi feita, sem necessidade de multas

Por CCS / Publicado em 23/02/2026
Tempo de leitura: 2 minutos.
A imagem mostra uma mulher jovem, de perfil, com cabelo preto e liso, vestindo uma regata preta e jeans claros, enquanto escolhe produtos em uma loja. Ela está segurando uma cesta de compras branca com a mão esquerda e, com a mão direita, alcança um dos potes de glitter na prateleira. As prateleiras são de madeira e estão cheias de produtos coloridos, principalmente itens relacionados a maquiagem e decoração para festas, como glitter em potes e tubos, paletas de sombra, máscaras com penas e sprays dourados com tampas vermelhas. Os produtos têm embalagens vibrantes, com cores como rosa, roxo e dourado. Na parte superior, há máscaras com penas e, na parte inferior, muitos potes pequenos de glitter colorido. A iluminação é clara, típica de uma loja, destacando as cores vibrantes dos produtos. O ambiente transmite uma sensação de variedade e diversão, indicada também pelo texto extraído de algumas embalagens, como "Diversão Garantida!".
Procon avalia que a iniciativa cumpriu o papel preventivo.

O Procon Piracicaba concluiu a etapa de orientação da Operação Carnaval, voltada à fiscalização de produtos e serviços típicos do período, como fantasias, adereços, bebidas e pacotes de viagem. Ao todo, 17 estabelecimentos foram visitados nos bairros Pauliceia, Morumbi, Piracicamirim, Vila Monteiro, Cidade Alta, Água Branca, Jaraguá, Centro e Paulista.

De acordo com a coordenadora do órgão, Lúcia d’Ávila, a ação foi considerada positiva. Oito estabelecimentos apresentaram irregularidades na primeira vistoria, mas, após nova visita, todas as pendências foram sanadas. “A operação foi eficiente e, no retorno, as irregularidades já haviam sido corrigidas. Não houve aplicação de sanções”, destacou.

Durante a fiscalização, os técnicos verificaram a exposição clara e ostensiva dos preços, além de informações obrigatórias nas embalagens, como prazo de validade, data de fabricação, composição e indicação sobre a presença ou não de glúten e alergênicos. No caso das fantasias, foi observada a segurança dos materiais, especialmente em produtos destinados ao público infantil, e, em itens importados, a exigência de instruções em língua portuguesa.

Em relação aos pacotes de viagem, os contratos deveriam apresentar todas as informações da compra. Se o cancelamento partisse da agência, a devolução deveria ser integral. Quando solicitado pelo consumidor, o pedido precisaria ser formalizado, com eventual multa prevista em contrato.

A operação também reforçou orientações sobre política de troca, que não é obrigatória em casos de escolha equivocada, salvo promessa do lojista, direito de arrependimento em compras fora do estabelecimento no prazo de sete dias, regras de parcelamento, prazos de garantia e formas de pagamento. Caso o estabelecimento não aceite determinada modalidade, a restrição deve ser informada em local visível.


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