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Prefeitura mantém buscas por capivara com artefato preso ao corpo

Equipes da Divisão de Proteção Animal monitoram o animal com frequência, buscando a melhor e mais segura oportunidade para realizar a captura e retirar o artefato

Por CCS / Publicado em 10/02/2026
Tempo de leitura: 2 minutos.

A Prefeitura de Piracicaba segue empenhada no resgate de uma capivara que apresenta um artefato preso ao corpo. Desde o dia 29/01, equipes da Divisão de Proteção Animal realizam tentativas contínuas de captura com o objetivo de retirar o objeto e garantir a segurança do animal.

A imagem mostra dois capivaras ao lado de uma estrada asfaltada. O capivara em destaque está no centro da imagem, com um anel plástico apertado preso ao redor do corpo, o que parece ser um resíduo de lixo que ficou preso no animal. O capivara tem pelagem marrom-avermelhada e está na grama verde, aparentemente pastando ou andando. Ao lado dele, parcialmente visível, está outro capivara também alimentando-se na grama. O ambiente ao redor é uma área natural com árvores e vegetação, sugerindo que eles estão próximos a uma zona urbana ou parque. A cena chama atenção para o impacto do lixo humano na vida selvagem.
Prefeitura mantém buscas por capivara com artefato preso ao corpo

O animal já foi avistado em diferentes ocasiões, nas imediações da avenida Cruzeiro do Sul, porém nem sempre é encontrado no mesmo ponto. Por se tratar de uma espécie que se desloca em bandos e possui ampla mobilidade, a capivara muda com frequência de localidade, o que exige monitoramento constante.

Entretanto, as ações de captura continuam. “O problema maior é que a capivara tem comportamento arredio. Ela já percebe a aproximação das equipes e se esquiva rapidamente, buscando refúgio no rio, localizado a menos de 1,5 metro do ponto onde costuma ser vista. Além disso, não é possível realizar a sedação do animal nessas condições, e alternativas como o uso de armadilhas dependem de autorização de órgãos ambientais, como o Ibama, o que inviabiliza a adoção imediata desse método”, explicou o veterinário e gerente da Divisão, Mauricio Etechebere.

Mesmo assim, a Prefeitura reforça que segue monitorando o animal diariamente, buscando a melhor e mais segura oportunidade para realizar a captura e retirar o artefato, sempre priorizando o bem-estar da capivara.


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