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Prefeito e Secretários visitam construção do novo teatro do Engenho Central

Por Comunicação Social / Publicado em 19/08/2011
Tempo de leitura: 5 minutos.

O Prefeito Municipal Barjas Negri, acompanhado dos Secretários Municipais Rosângela Camolese (Ação Cultural), Arthur Ribeiro (Obras), Maria Angélica Guércio (Desenvolvimento Social), Rogério Vidal (Defesa do Meio Ambiente), Omir Lourenço (Turismo) e do diretor-presidente do Ipplap (Institulo de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba) João Chaddad, procurador-geral do município Milton Bissoli e outras autoridades, visitaram na manhã de hoje, 19, as obras para construção do Teatro Municipal Erothides de Campos, que está sendo implantado no Engenho Central. Em breve, este será um novo e bem estruturado palco para que atores, músicos, bailarinos e outros, possam exibir sua veia artística, em um dos pontos mais emblemáticos da cidade, o trabalho prossegue de acordo com o cronograma.Durante a visita, o prefeito Barjas Negri evidenciou a importância do novo espaço, que compõe uma série de investimentos de seu governo. “No caso do novo teatro, foi fundamental o acordo com a família Silva Gordo, que garantiu a posse definitiva do imóvel. A Prefeitura já vinha investindo anualmente para recuperar o Engenho, como na primeira etapa da infraestrutura, reforma dos sanitários e restauro do Armazém 14 e outras ações”, explicou o prefeito.Segundo a Secretária Municipal da Ação Cultural, Rosângela Camolese, trata-se de um projeto de extrema importância, que trará uso nobre para um dos espaços mais significativos e imponentes de Piracicaba. “Nós já recebemos cerca de mil pessoas por fim de semana, que vem ao Engenho somente para conhecer sua tão famosa beleza arquitetônica. Nossa intenção é dar ainda mais qualidade a estas visitas e, consequentemente, atrair mais público”, afirma a secretária.

Rosângela Camolese destaca que todas as intervenções já realizadas como a reconstrução do piso com tubulações subterrâneas, reformas dos Armazéns 14 e 14A – e, futuramente, o barracão 10 e o início da construção do Museu do Açúcar, que ocupará os barracões 7A, 7B e o 5 –, têm como objetivo a consagração do espaço como um local agradável. "Temos feito um trabalho conjunto com os funcionários da secretaria, do Ipplap, das Secretarias Municipais de Obras e Turismo, para que cada vez mais, este espaço se transforme num dos principais complexos turísticos e culturais do Estado de São Paulo".

PROJETO – A proposta de restauração é do arquiteto Marcelo Ferraz, do Escritório Brasil Arquitetura, sendo executada pela PROENG. A obra inclui, além do restauro do prédio do Armazém 6, os projetos das redes hidráulica e elétrica, acústica, ar-condicionado e iluminação. De acordo com o projeto, o Armazém 6 do Engenho Central dará espaço a um amplo teatro, construído em dois pavimentos, além de restaurante e galerias que remontam ao “teatro elisabethano”. Outra novidade é de que o palco interno extrapole as paredes do barracão, formando a praça Central do Engenho, uma ampla área para atividades artístico-culturais.

Obedecendo às modernas tendências de restauro, as intervenções deixam as marcas do tempo no galpão e também propõem soluções que permitam revelar o lado industrial da edificação. Conforme o projeto, a “nave central”, a do Teatro, contará com 426 lugares, divididos nos pavimentos e nas galerias. As demais áreas abrigarão, de um lado, restaurante, bar, cozinha industrial, camarins, banheiros e hall e, do outro, sala de atividades multiuso, que pode servir como espaço de ensaios, para hospedagem de escolas de música, artes cênicas, danças e outras. O projeto acústico do teatro é de José Augusto Nepomuceno, responsável pela acústica da tradicional Sala São Paulo.


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