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Prefeito assina contrato para construção de Teatro no Engenho Central

Por Comunicação Social / Publicado em 15/02/2010
Tempo de leitura: 5 minutos.

O prefeito Barjas Negri assinou hoje (15) o contrato da restauração do Armazém 6 do Engenho Central, que será transformado num teatro com capacidade para 442 pessoas. A Proeng Construtora foi a vencedora do processo licitatório. O investimento será de R$ 6,8 milhões, com prazo de execução de 12 meses. A partir do dia 22 deste mês, a empresa começa a montar a infraestrutura no Engenho para início da obra. O processo licitatório foi iniciado em novembro passado. Dos R$ 6,813 milhões, R$3 milhões são do Banco Santander e o restante provém do orçamento de 2010. De acordo com o projeto, o Armazém 6 do Engenho Central se tornará um teatro, que será construído em dois pavimentos, além de restaurante e galerias que remontam ao “teatro elisabethano”. Outra novidade é de que o palco interno extrapolará a edificação do barracão e formará, com a praça Central do Engenho, uma ampla área de atividades culturais. O projeto foi elaborado pelo Escritório Brasil Arquitetura, de Marcelo Ferraz. O restauro deve deixar as marcas do tempo no galpão e também propor soluções que permitam revelar o lado industrial da edificação. Conforme o projeto, a “nave central” será a do Teatro, que contará com cerca de 442 lugares, divididos nos pavimentos e nas galerias. As demais dependências abrigarão, de um lado, restaurante, bar, cozinha industrial, camarins, banheiros e hall e, do outro, sala de atividades multiuso, que pode tanto servir como espaço de ensaios, como para a hospedagem de escolas de música, artes cênicas, danças e outras. O projeto acústico do teatro é de José Augusto Nepomuceno, responsável pela acústica da Sala São Paulo. No ano passado, após visitar o prédio com a imprensa, o prefeito Barjas Negri enfatizou que, no seu programa de governo, estão colocados investimentos na recuperação do Engenho Central. Porém, o mais importante foi o acordo com a família Silva Gordo que garantiu a posse definitiva do imóvel. A Prefeitura já investia anualmente recursos para recuperar o Engenho, como a primeira etapa da infraestrutura, reforma dos sanitários e restauro do Armazém 14. Recentemente, o prefeito Barjas Negri viabilizou mais duas grandes ações: restauração do Armazém 6 para sua transformação num teatro e a recuperação dos Armazéns 7-A, 7-B e 5 para a instalação do Museu do Açúcar. Estão em execução a segunda etapa da infraestrutura do Engenho: calçamento, instalação subterrânea das redes de água, luz, esgoto, energia e telefonia e a recuperação do Armazém 14-A, que servirá como sede administrativa do complexo. A secretária municipal da Ação Cultural, Rosângela Camolese, disse que é importante a execução deste projeto, que trará uso nobre para espaço tão significativo da cidade, como é o Engenho Central. Segundo Rosângela, o teatro também será utilizado como cinema, com preços populares. “Nós já recebemos cerca de 1.000 pessoas por fim de semana, que vem ao Engenho somente para conhecer a tão famosa beleza arquitetônica do local. Nossa intenção é dar qualidade a estas visitas e conseqüentemente atrair mais público”. Para o diretor-presidente do Ipplap (Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba), João Chaddad, o investimento chega num momento significativo, porque a Prefeitura efetivamente assumiu o Engenho Central quando fechou no ano passado acordo com os antigos proprietários do imóvel. “Com um espaço que agora é do nosso povo podemos investir e buscar parcerias para a restauração de outros prédios”, frisou.


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