PL cria o segundo Teatro Municipal
Prefeito Barjas Negri encaminhou nesta semana à Câmara, projeto de lei que cria o segundo teatro municipal e lhe dá o nome de “Erotídes de Campos”. O PL trata, ainda, da equipe de trabalho para o espaço, envolvendo cargos em comissão e concursados.
Neste documento há variáveis que merecem destaque. A primeira delas é que a partir de sua aprovação pela Câmara, o teatro municipal do Engenho Central passa a existir de fato. Depois, já prevê a criação de 4 cargos públicos necessários ao funcionamento da nova casa (profissional com formação em Educação Artística, Supervisor de Palco e Iluminador) além do Diretor, um cargo em comissão. Vale lembrar que as planilhas de custo dos empregos e cargos criados que acompanham o Projeto, apresentam a estimativa de impacto financeiro.
O que mais chama a atenção é a escolha do nome de Erotídes de Campos para identificar o novo teatro. De acordo com a justificativa, o prefeito diz que “trata-se de prestar merecido reconhecimento a um autor de reconhecimento nacional e internacional, piracicabano por escolha e vivência. Entre suas obras, uma passa para a história de maneira irrefutável: a valsa “Ave Maria, composta em 1924”.
Para a secretaria da Ação Cultural, Rosângela Camolese, “há muito a cidade pedia seu segundo teatro. Piracicaba nos últimos anos vem experimentando um significativo aumento em suas atividades culturais, e, claro, trazendo uma maior demanda da população por atividades de música, teatro e dança, em particular”.
Após inauguração prevista para agosto, o Teatro Erotídes de Campos abrigará uma programação semelhante a já desenvolvida no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. Ele terá 422 lugares distribuídos em platéia e balcões em estilo elizabetano, palco, áreas de ensaio, bar, restaurante e demais dependências.
