Piracicaba receberá R$ 400 mil para obras de drenagem no Pq. 1.º de Maio
O governo de São Paulo assinou nesta quinta-feira, 10, convênios de repasse de verbas com 43 municípios, no valor total de R$ 12,62 milhões, para obras de saneamento e infraestrutura hídrica. O evento aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, na Capital, e foi realizado por intermédio da Secretaria de Saneamento e Energia (SSE) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). Sete municípios foram contemplados pelo Sanebase, para a execução de obras e serviços de saneamento básico, com R$ 1,57 milhão, e 36 cidades com o programa de Atendimento a Municípios, do DAEE, no valor de R$ 11,05 milhões. Participaram das assinaturas o governador Alberto Goldman, a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Pena, o superintendente do DAEE, Amauri Pastorello, e os prefeitos dos municípios. "Nós queremos chegar até 2015 com todo o interior do Estado com 100% de coleta de água e tratamento de esgoto e até 2018 fazer a mesma na região metropolitana de São Paulo", afirmou o governador Alberto Goldman. O objetivo do Sanebase é a implantação de infraestrutura de saneamento básico em municípios cujos sistemas de água e esgoto são operados diretamente pela Prefeitura Municipal ou por intermédio de autarquias municipais (serviços autônomos). A ajuda financeira, a fundo perdido, busca ampliar os níveis de atendimento dos serviços de saneamento básico com vistas à universalização, contribuindo assim para a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida da população. Os convênios de repasse de recursos da SSE/DAEE, Programa de Atendimento a Municípios, são para obras para minimizar os efeitos das inundações, como canalização, retificação, proteção de margens, limpeza, desobstrução e desassoreamento de cursos de água e galerias de águas pluviais. Assinam nesta quinta-feira, 10, convênios do Sanebase os prefeitos dos seguintes municípios: Águas de Lindóia, Braúna, Castilho, Guaimbê, Guararapes, Salto Grande e Uchoa. Já o Programa de Atendimento a Municípios contempla estes 36 municípios com 37 convênios: Anhembi, Barbosa, Barra do Turvo, Biritiba Mirim, Botucatu, Caraguatatuba, Cedral, Charqueada, Dois Córregos, Fernando Prestes, General Salgado, Igarapava, Lavínia, Lençóis Paulista, Mococa, Mogi-Mirim, Nova Luzitânia, Osvaldo Cruz (2 convênios), Ourinhos, Pederneiras, Piracicaba, Pirassununga, Platina, Presidente Venceslau, Quatá, Salesópolis, Salmourão, Saltinho, Santa Adélia, Santa Cruz das Palmeiras, Tabapuã, Taquarituba, Tatuí, Tejupá, Tupi Paulista e Vargem Grande do Sul.
PIRACICABA
O prefeito Barjas Negri participou hoje (10) da assinatura de convênio, que garante o repasse pelo DAEE de R$ 400 mil reais a Piracicaba, lembrando que foi uma proposta encaminhada pelo deputado federal Mendes Thame (PSDB). Os recursos serão usados em obras de drenagem no cruzamento da Rua Santa Catarina com Av Laudelina C. Castro, no Parque 1,º de Maio, onde há registro de inundações, tanto da pista de rolamento como de algumas residências. A contrapartida da Prefeitura será de cerca de R$ 100 mil reais. Recentemente, a Prefeitura encaminhou à Câmara projeto de lei para aprovação dos vereadores. Em seguida, a Prefeitura assinou o “Protocolo de Intenções”, o que já garantiu o recurso para a execução desta obra. Agora, com a assinatura do convênio, o próximo passo é a definição do projeto-executivo e, posteriormente, a licitação da obra.
Segundo o secretário de Obras, Arthur Ribeiro, no local há uma passagem subterrânea de água pluvial, por seção, que necessita de ampliação para atender ao atual volume de água, principalmente nos dias chuvosos. Hoje, o encamento – são 2 tubos – é de 1 m de diâmetro, e a proposta é da instalação de duas aduelas (em concreto) quadradas de 2,0 x 2,5 metros. Elas terão maior capacidade de escoamento, resolvendo o problema neste local, com tempo de vido útil de mais 10 anos. O prefeito Barjas Negri lembrou que a Prefeitura tem acompanhado o problema desta região que, nos últimos anos, cresceu muito em novos loteamentos e número de moradores. Ocorre que com o aumento da expansão urbana, principalmente nos ultimos tempos, houve mais áreas impermeabilizadas (construções de residencias, asfaltamento de vias, etc) na bacia do córrego citado, o que reflete diretamente no ponto afetado uma vez que as águas "chegam" mais rapidamente aos pontos mais baixos.
