Piracicaba gera mais de 2.000 empregos no primeiro semestre e está entre as 15 cidades paulistas que mais criaram vagas
Dados são do Caged; bom desempenho coloca o município à frente de cidades como Barueri, São José dos Campos e São Carlos
Piracicaba encerrou o primeiro semestre de 2026 com saldo positivo de 2.623 empregos formais criados, ocupando a 15ª posição entre os municípios paulistas que mais geraram vagas de trabalho e a 60ª colocação no ranking nacional. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados ontem, quinta-feira, 30/07.
Com esse desempenho, o município aparece à frente de cidades como Barueri, São José dos Campos e São Carlos, consolidando-se como um dos principais polos de geração de emprego no Estado de São Paulo.
A indústria foi o setor que mais contribuiu para o resultado no acumulado do ano, com 1.001 vagas criadas. Em seguida aparecem os serviços, com 965 postos, a agropecuária, com 525 vagas, e a construção, com 134 empregos. O comércio registrou saldo negativo de duas vagas no período.


As mulheres responderam pela maior parte das contratações, com saldo de 1.384 vagas, enquanto os homens ocuparam 1.239 postos. A faixa etária de 18 a 24 anos concentrou o maior número de admissões entre janeiro e junho, com predominância de trabalhadores com ensino médio completo.
“A geração de empregos é resultado da força da economia de Piracicaba, aliada às ações que desenvolvemos para conectar empresas e trabalhadores e ampliar a oferta de qualificação profissional, uma das prioridades da gestão do prefeito Helinho Zanatta. Esse trabalho tem fortalecido o mercado de trabalho e criado mais oportunidades para a população”, afirma o secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, José Luiz Ribeiro.
JUNHO – Somente no mês de junho, Piracicaba registrou saldo positivo de 231 empregos com carteira assinada. No período, foram contabilizadas 6.301 admissões e 6.070 desligamentos.
O comércio foi o setor que mais gerou empregos no mês, com 148 novas vagas, seguido pela indústria (60), serviços (41) e agropecuária (29). A construção civil apresentou saldo negativo de 47 vagas.
As mulheres também lideraram as contratações em junho, com saldo positivo de 305 postos de trabalho, enquanto entre os homens o saldo foi negativo em 74 vagas.