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Operações como a da Avenida Carlos Botelho continuarão

Por Comunicação Social / Publicado em 12/01/2011
Tempo de leitura: 3 minutos.

As operações que visam disciplinar o funcionamento de bares e restaurantes na Avenida Carlos Botelho continuarão lá e em outros pontos da cidade. A afirmação é do Procurador Geral do Município, Sergio Bissoli, que, juntamente com outros secretários envolvidos diretamente na questão, apresentaram na tarde de ontem (11), um balanço ao prefeito Barjas Negri, sobre a primeira blitz deste ano ocorrida no último final de semana.

A operação que contou com representantes da Guarda Civil, Finanças, Sedema, culminou com a interdição de um bar e notificações a outros que insistem em não seguir as orientações. Bissoli ressaltou que tanto os consumidores como os moradores das proximidades da Avenida Carlos Botelho, consideraram positiva a blitz. “Pessoas que costumeiramente não frequentavam estabelecimentos naquela avenida, passaram a utilizá-los em virtude da tranqulidade da segurança e por poderem circular livremente pelas calçadas”.

Durante o encontro, o prefeito determinou que as secretarias continuem sendo rígidas no cumprimento das determinações legais. O objetivo da reunião foi articular as ações e levantar as principais irregularidades encontradas naquele espaço, um dos mais movimentados na cidade, principalmente aos finais de semana e à noite.

Os principais problemas detectados são falta de alvará de funcionamento, excesso de ruídos, perturbação do sossego público e a colocação de mesas e cadeiras fora do espaço permitido, atrapalhando a passagem das pessoas.

Segundo o Procurador Geral do Município, o Serviço de Informação à População (SIP-156), constantemente recebe reclamações de pessoas, inconformadas com o barulho e outros problemas. A Prefeitura está ciente e quer adotar medidas para solucioná-los, com a maior transparência possível. “Vamos esclarecer todas as dúvidas, mostrar as irregularidades e deixar claro que não as toleraremos. Aqueles que não se adequarem sofrerão as sanções previstas na legislação, que vão desde a cassação do alvará até a interdição do estabelecimento”, disse Bissoli.

Participaram da reunião os secretários Rogério Vidal (Sedema); Paulo Prates (Semuttran); Admir Leite (Finanças); Sérgio Bissoli (Procuradoria Jurídica); Silas Romualdo (Guarda Civil) e Arthur Ribeiro (Obras).


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