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Obras estruturais do teatro no Engenho Central devem estar concluídas no primeiro semestre de 2011

Por Comunicação Social / Publicado em 25/11/2010
Tempo de leitura: 5 minutos.

O andamento das obras do novo teatro que está sendo construído no Armazém 6 no Engenho Central obedecem o cronograma traçado pela Secretaria Municipal de Ação Cultural. Estão sendo montadas as estruturas para receber a arquibancada e a parte de isolamento acústico está praticamente terminada, fator considerado importantíssimo para se ter um teatro de excelência. As galerias laterais também receberão estrutura para receber os assentos.

O investimento na reforma do prédio, localizado em área nobre do Engenho Central, será de R$ 6,8 milhões, sendo R$ 3 milhões da iniciativa privada e o restante, do orçamento municipal de 2010.

Segundo a secretária de Ação Cultural, Rosângela Camolesi, a previsão é de dentro de seis a sete meses, toda a parte estrutural e de construção do teatro esteja finalizada, para poder absorver os equipamentos e os móveis, para que “possamos ter um espaço modelo, com capacidade para 420 pessoas, restaurante, galerias e palco interno, camarins, que vão abrigar espetáculos de dança, música e teatro”.

Camolese explica que uma das inovações serão as salas de ensaio, um desejo da classe artística, principalmente do pessoal que pratica dança e teatro, pois faltava espaços amplos para ensaiarem e se aquecerem. “O palco foi projetado se pensando principalmente na saída dos bailarinos que precisam ter uma extensão muito grande. E este espaço oferecerá a eles uma área propícia para melhorar seus desempenhos”.

O local contará ainda com espaços adaptados para as pessoas com locomoção reduzida, como prevê qualquer projeto de construção moderna. Além de seus lugares na platéia, também poderão usufruir das galerias superiores. A venda dos ingressos será informatizada e os camarins e banheiros estarão muito bem equipados

A secretária ressalta que quem ganha com este novo teatro não é só a classe artística e sim a população em geral. “Ter um teatro dentro do Engenho Central, além de estar recuperando um dos barracões mais antigos e ramanescentes da arquitetura francesa, é uma excelente conquista para a cidade”.

Destaca ainda a secretária que todas as intervenções já feira no local, como a reconstrução do piso, com tubulações subterrâneas, reformas dos Armazéns 14 e 14A e futuramente o barracão 10 e a construção do Muséu do Açúcar, que ocupará os barracões 7A, 7B e o 5, é para que aquele espaço continue sendo cada vez mais um local agradável. “Piracicaba tem orgulho do Engenho e gosta de frequentá-lo em suas horas de lazer, observando a natureza bucólica do local, que abriga pequenos, grandes e médios eventos, reunindo milhares de pessoas e impulsionando o turismo de negócio e de lazer”.

De acordo com Camolese, todas as intervenções no Engenho estão sendo implementadas para que se torne realmente um espaço de cultura, de lazer, entretenimento e que esteja adequadamente restaurado para atender os turistas. “Temos feito um trabalho em conjunto com os funcionários da secretaria, do Ipplap, da Semob e Turismo, para trabalharmos cada vez mais para transfomar aquele local em um dos principais complexos turístico e cultura do Estado de São Paulo”.

Diz ainda o projeto que a nave central será a do teatro, com cerca de 500 lugares, divididos nos pavimentos e nas galerias, amplo palco e fosso. As adjacentes abrigarão, de um lado, restaurante, bar, cozinha industrial, camarins, banheiros e hall e do outro sala de atividades multiuso, que podem tanto servir como espaço de ensaios, como para a hospedagem de escolas de músicas, artes plásticas, danças e outros. O projeto acústico do teatro está a cargo de José Augusto Nepomuceno, que foi responsável pelo projeto da Sala São Paulo.


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