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Obra vai facilitar travessia sobre o córrego Água Branca, no Parque 1º de Maio

Aduelas de concreto na rua João Francisco de Oliveira já foram posicionadas; obra integra pacote de microdrenagem da Prefeitura, com investimento superior a R$ 10 milhões

Por CCS / Publicado em 06/04/2026
Tempo de leitura: 5 minutos.

Em dias de chuva mais intensa, a travessia sobre o córrego Água Branca, na rua João Francisco de Oliveira, no bairro Parque 1º de Maio, já foi sinônimo de dificuldade para moradores que precisavam se deslocar pela região. Hoje, esse cenário começa a mudar com as obras de substituição da estrutura, que seguem em andamento e têm como objetivo melhorar o escoamento da água e reduzir os pontos de alagamento no local.

A imagem mostra uma cena de construção ao ar livre, onde uma escavadeira amarela da marca CAT (modelo 310) está operando em uma área de terra e lama, possivelmente um buraco ou fundação. A escavadeira está com a lança estendida, aparentemente movimentando ou colocando material no local. Três homens estão presentes na cena: dois deles estão em primeiro plano observando o trabalho da máquina, um veste uma camisa azul clara e boné branco, o outro está de camisa azul escura e calça jeans; um terceiro homem, com camisa azul clara, está mais ao fundo, próximo à escavadeira. Ao redor do local há vegetação verde e árvores, indicando que a obra está em uma área aberta, cercada pela natureza. O chão está coberto por terra, pedras e estruturas de malha metálica (provavelmente gabiões) utilizadas para contenção ou reforço. Também há tábuas de madeira no local, possivelmente para suporte temporário ou para construção de formas. A iluminação natural do dia destaca a atividade da obra e o ambiente ao redor.
E para evitar erosões e dar sustentação ao leito do córrego, a equipe está construindo o chamado gabião

A intervenção é realizada pela Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Obras, Infraestrutura e Serviços Públicos, e foi planejada justamente para resolver a limitação da estrutura antiga. Antes, a travessia era formada por três tubos de um metro de diâmetro, que já não comportavam o volume do córrego em dias de chuva forte, favorecendo alagamentos e processos de erosão.

A imagem mostra um canteiro de obras próximo a um pequeno curso d'água, possivelmente um riacho. No centro da cena, há uma escavadeira amarela da marca Caterpillar, modelo 318D L, que está em operação, cavando e movimentando terra com sua caçamba. Dois trabalhadores estão presentes: um deles está próximo à água, aparentemente trabalhando na estrutura ou fundação, vestindo uma camisa branca e calça jeans; o outro está em um monte de terra, observando ou coordenando, usando uma camisa clara e calça escura. A obra parece envolver a construção ou reforço de uma estrutura com gabiões (cestas de arame preenchidas com pedras) e concreto. O solo é de terra vermelha, típico de regiões mais secas ou áridas, e ao fundo há uma vegetação verde densa, com muitas árvores, indicando uma área natural preservada. O céu está parcialmente nublado, e a iluminação sugere que é durante o dia, possivelmente no fim da manhã ou início da tarde, com sombras bem definidas. A palavra "BLO" está visível em uma estrutura de concreto na parte direita da imagem. A perspectiva da foto é levemente elevada, olhando para baixo, capturando bem a atividade e o ambiente ao redor. A cena transmite um momento ativo de construção, com destaque para a interação entre a máquina, os trabalhadores e a natureza.
Substituição de estrutura no córrego Água Branca segue em execução no bairro Parque 1º de Maio

Agora, o cenário começa a mudar. No lugar dos antigos tubos, estão sendo implantadas duas linhas de aduelas de concreto, com dimensões bem maiores, o que amplia significativamente a capacidade de vazão e melhora o desempenho da drenagem em todo o entorno. Na prática, isso significa mais segurança para quem mora e para motoristas que circulam pela região, além de menos transtornos em dias de temporal. E para evitar erosões e dar sustentação ao leito do córrego, a equipe está construindo o chamado gabião – tipo de muro de pedra ensacada em malha metálica que segura a encosta do curso d’água

“Quando chovia, a gente tinha que tirar os sapatos para conseguir passar, porque vinha muita água e molhava toda a roupa. Uns anos atrás era assim. Hoje já melhorou um pouco, mas ainda acontece. Agora, com essa obra, a expectativa é que melhore bastante o bairro para nós. É difícil para quem sai para trabalhar e enfrenta esse problema, principalmente com ônibus — já teve dia de não descer por causa da ponte. Essa obra é muito importante e vai mudar bastante para quem mora por aqui, porque, do jeito que está, às vezes não tem como passar”, contou a cuidadora Lucimar Dias Henrique, 66, que é moradora do bairro.

A imagem mostra uma mulher idosa em um plano médio, olhando levemente para o lado direito da câmera. Ela tem cabelos curtos e grisalhos, e sua pele apresenta rugas visíveis, indicando sua idade avançada. Ela veste uma blusa regata rosa vibrante e está usando um microfone de lapela preso na parte da frente da blusa, próximo ao ombro esquerdo. O fundo está desfocado, revelando uma área externa com vegetação verde, possivelmente um parque ou jardim. A luz do sol ilumina suavemente a cena, destacando os detalhes do rosto e da roupa da mulher. A expressão dela é serena, e a composição da foto foca principalmente em sua face e parte superior do corpo, transmitindo uma sensação de tranquilidade em um ambiente natural.
A cuidadora Lucimar Dias Henrique, 66, que é moradora do Parque 1º de Maio, contou que em dias de chuva era praticamente impossível passar pelo local

A moradora Alessandra Carla Monteiro, 53 anos, manicure e massoterapeuta, que vive no bairro desde o início da formação da região, lembrou das dificuldades enfrentadas ao longo dos anos. “Eu moro aqui desde o começo do bairro, quando ainda era tudo terra e cascalho, antes de ser loteado. Já faz uns 35 anos, mais ou menos. Quando chovia, sempre inundava, vinha muita sujeira. A água transbordava, corria pela rua e parecia um rio, não dava nem para reconhecer a rua direito. Não tinha como passar — os carros precisavam desviar ou voltar para procurar outro caminho, porque por aqui não dava. Agora, com essa obra, a expectativa é que tudo melhore. Depois de tantos anos passando por isso, a gente espera que se resolva de vez e que, quando vierem as chuvas, a situação seja diferente”, completou.

A imagem mostra uma mulher de meia-idade, com cabelos loiros presos para trás, usando óculos e uma camiseta azul escura. Ela está sorrindo levemente e olhando para o lado, em direção à direita da imagem. Ela usa um colar com um pingente dourado e um microfone de lapela preso à camiseta. Ao fundo, há uma parede com uma seção vertical de folhagem verde artificial e, ao lado, uma parede azul turquesa com um objeto preto que parece ser uma tela ou monitor. A iluminação é clara e uniforme, destacando o rosto da mulher. A imagem transmite uma sensação de descontração e simpatia.
A moradora Alessandra Carla Monteiro, 53 anos, lembrou das dificuldades enfrentadas ao longo dos anos por conta dos alagamentos

A obra integra um pacote de serviços de microdrenagem executado em diferentes pontos da cidade, com investimento superior a R$ 10 milhões, voltado a intervenções pontuais em áreas que mais precisam desse tipo de solução.


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