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III Festival de Quimbol movimentou o Sesc

Por Comunicação Social / Publicado em 26/02/2009
Tempo de leitura: 5 minutos.

Equipe piracicabana de QuimbolNos meses de janeiro e fevereiro deste ano foi realizado no Ginásio do Sesc – Piracicaba a 3ª edição do Festival Sesc Verão de Quimbol. Organizado pela Associação Piracicabana de Quimbol (Apquim) o Sesc-Piracicaba, o evento tem apoio da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras (Selam), da Associação dos Funcionários Públicos Municipais e do Panathlon Club de Piracicaba. A arbitragem esteve a cargo de Sueli Frutuoso e a coordenação geral do professor João Francisco R de Godoy – Johnny da Selam e de Bernadet Bueno de Camargo Presidente da Apquim e dos professores Luis Antonio – Wood e Adriano Costa, do Sesc Piracicaba. Na Categoria Iniciantes os campeões foram os integrantes da Equipe B – Marisa, Creusa, Rafael Moral e Lucas e os vice campeões da Equipe A – Vera, Gabriel, Anjolie e Rafael. A equipe B venceu por 2 x 1 (15/13 – 09/15 – 15/09). Já na categoria livre os campeões foram os integrantes da equipe B – Dheymes, Ana Paula, Daniel, Márcio e Reinaldo, que derrotaram os vice campeões da equipe D – Alfredo, Guilherme, Marisa e Rubinho, por 03 sets a 1, parciais de (15/13 , 07/15 , 15/12 e 15/08), na terceira colocação ficou a equipe A – Jeferson, Verinha, Fernando, Frigo e Vitor. O destaque do torneio foi o atleta João Batista (69 anos) que além de fazer parte da equipe campeã recebeu o Trofeú Fair- Play do Panathlon pelo seu brilhante desempenho e comportamento durante a competição. De acordo com o presidente do Panathlon Clube de Piracicaba , o professor Johnny, “não é todo dia que vemos um atleta de 69 anos vencendo um torneio junto a jovens de 20 a 30 anos, com direito a rolamento para fazer uma defesa num momento decisivo da final”. Conheça um pouco mais do Quimbol O nome surgiu em homenagem ao mentor da modalidade, Joaquim Bueno de Camargo, o Quim e ganhou espaço no final do século passado. O esporte usa uma mistura dos três esportes. Com a quadra nas mesmas medidas do vôlei, inclusive a altura da rede, o esporte é disputado por dois times de quatro atletas em cada lado. Cada um empunhando uma raquete adaptada, eles precisam fazer mais pontos para vencer a partida. Uma equipe pode fazer entre dois e três toques até passar a bolinha para o outro lado, semelhante ao vôlei e com a raquete utiliza-se das referências do tênis. Além da raquete, os esportistas podem amortecer as jogadas com o próprio corpo, da mesma maneira que o futebol, fazendo do quimbol o único esporte de raquete em grupo do mundo.Disputado em quatro tempos de 10 minutos cada, podendo ser estendido para um extra de cinco. Em caso de empate, o quimbol é disputado em três modalidades: na quadra, na praia ou no salão. Em cada um delas, as regras são seguidas de acordo com o estabelecido pelo regulamento.Pode ser praticado em qualquer lugar, já que usa uma bolinha de espuma nas partidas. “Qualquer pessoa pode jogar. Temos um garoto de seis anos que treina conosco sem problemas. Além da nossa associação, o esporte é ensinado nas escolas municipais e particulares de Piracicaba”, declara Johnny.A idéia no momento, segundo ele, é difundir ainda mais o quimbol para outras praças, a fim de popularizar o esporte. A modalidade foi apresentada oficialmente nos Jogos Abertos do Interior, realizados em novembro do ano passado em Piracicaba e serviu para mostrar as outras cidades o potencial desta modalidade.


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