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Festival Caipira de Circo movimenta o Engenho Central neste fim de semana

Programação segue amanhã, sábado, 24/01, e domingo, 25/01, com atrações gratuitas para toda a família

Por CCS / Publicado em 23/01/2026
Tempo de leitura: 4 minutos.

O Engenho Central recebe, no sábado, 24/01, e no domingo, 25/01, a sequência da programação do 2º Festival Caipira do Circo, iniciativa da MB Circo com apoio da Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Com entrada gratuita e acesso pela passarela Pênsil, o evento dialoga pelo compromisso com a inclusão e a diversidade, reunindo espetáculos de grupos convidados de outros municípios, todos com recursos de acessibilidade, como audiodescrição e intérprete de Libras.

Segundo a organização, o primeiro fim de semana do festival, realizado nos dias 17 e 18 de janeiro, foi marcado pelo sucesso de público, com média de 600 pessoas por dia. Para Bruno Peruzzi, palhaço da MB Circo e integrante da equipe organizadora, a receptividade reforça a importância do circo no cenário cultural da cidade. “Ver tantas pessoas reunidas, rindo, se emocionando e participando ativamente foi extremamente gratificante. Essa resposta tão positiva confirma que Piracicaba aprecia, valoriza e deseja mais arte circense, criando um espaço vivo de troca, encontro e celebração cultural”, destaca.

PROGRAMAÇÃO – No sábado, às 17h, o público confere o espetáculo Charanga da Tramp, da Cia Tramp, de Jundiaí. A montagem combina música e artes circenses por meio dos palhaços Chimpa, Filomeno, Pompeu e Lechuga, que apresentam de forma lúdica e didática a importância das antigas charangas, bandas responsáveis por embalar musicalmente os espetáculos de circo.

A imagem mostra quatro palhaços no palco, apresentando-se para uma audiência. Cada palhaço tem uma maquiagem distinta, com narizes vermelhos e expressões faciais exageradas. Eles usam figurinos coloridos e variados, com chapéus, coletes e calças listradas. Os palhaços estão tocando instrumentos musicais: um toca um gaita de foles, outro um tambor, um terceiro um acordeão e o quarto um triângulo. O palco está decorado com uma cortina vermelha e branca no fundo, bandeiras coloridas e iluminação azul que cria um ambiente festivo. Há também uma plateia visível na parte inferior da imagem, sugerindo que a performance está em andamento. A atmosfera geral é de alegria e entretenimento.
Charanga da Tramp, da Cia Tramp, será encenado no sábado, 24_Foto Clara Rocha

No domingo, também às 17h, o palco montado em frente à Casa do Artesão recebe a Casca Trupe, de Campinas, com o espetáculo Entre Truques e Poemas. Sob orientação cênica de Fernando Sampaio, Fernando Paz e Filipe Bregantim, da Cia LaMínima, de São Paulo, a apresentação acompanha as peripécias de Casca Fina e Casca Grossa, dois artistas itinerantes que se preparam para um show de circo. Na dúvida sobre o que apresentar ao público, a decisão é deixada para a plateia

A imagem mostra dois palhaços em um palco, de costas um para o outro. Ambos estão com maquiagem de palhaço, incluindo narizes vermelhos e sobrancelhas pintadas. O palhaço da esquerda usa um chapéu marrom, uma jaqueta vermelha e shorts escuros. Ele tem a boca aberta, como se estivesse gritando ou rindo. O palhaço da direita usa um chapéu bege, uma jaqueta marrom e shorts escuros. Ele também está com a boca aberta e parece estar expressando uma emoção forte. Ao fundo, há uma cortina vermelha com brilhos dourados na parte superior. À esquerda, há um quadro com o logotipo "CASCA TRUPE" e um símbolo que parece um palhaço sorrindo. A iluminação do palco destaca os palhaços, criando uma atmosfera teatral.
Casca Trupe apresenta espetáculo Entre Truques e Poemas no domingo, 25_Foto Fer Click

Paralelamente aos espetáculos, o festival conta ainda com lojinhas e caricaturas, que estarão disponíveis a partir das 16h.

EXPOSIÇÃO – Durante os dois dias de evento, os visitantes podem conferir a exposição Podão Abre Caminhos, do artista Denis Menezes, conhecido como Capivara. A mostra é construída a partir das memórias afetivas e da trajetória da família pernambucana do artista, que migrou para o interior paulista na década de 1960 para trabalhar na cana-de-açúcar. Integrante da primeira geração que não seguiu o trabalho rural, Menezes utiliza ferramentas do trabalhador do campo como suporte poético em suas obras.

SERVIÇO – 2º Festival Caipira de Circo. Dias 24/01 e 25/01. Lojinhas e caricaturas a partir das 16h. Espetáculos às 17h. No Engenho Central (Av. Dr. Maurice Allain, 454 – Vila Rezende). Classificação Livre. Entrada Gratuita. Informações: @mbcirco.


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