Ferrato e Thame solicitam agilidade na definição da gestão do Hospital Regional
O prefeito Gabriel Ferrato e o deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB) participaram hoje (11) de audiência com o secretário estadual da Saúde, Giovanni Cerri, para solicitar agilidade na definição do modelo de gestão do Hospital Regional de Piracicaba. Segundo o deputado, a intenção é que a forma de funcionamento já esteja definida quando as obras de construção da unidade forem concluídas, no segundo semestre.
“A reunião foi excelente no sentido de que o governo estadual atenda a oportuna reivindicação do prefeito Ferrato e passe a priorizar a definição para colocar o Hospital Regional em funcionamento o mais rápido possível; o projeto foi até agora bancado pelo município de Piracicaba, com recursos aplicados nos governos de Barjas Negri e Gabriel Ferrato”, declara Mendes Thame. Segundo o deputado, uma das opções é que o Estado assuma a gestão em parceria com uma OS, que poderia ser a Fundação Desenvolvimento da Universidade Estadual de Campinas.
A diretora do Departamento Regional de Saúde, Maria Clélia Bauer, que participou da audiência, explica que o hospital deve ter uma gestão compartilhada, entre município e Estado, com recursos vindos do município, do Estado e da União. “Como a previsão de entrega da obra para este ano, temos que definir em curto prazo a política de contratualização do parceiro”, declara.
O prefeito Gabriel Ferrato fez uma oportuna e acurada apresentação sobre a necessidade de recursos estaduais para garantir o funcionamento da unidade.
HISTÓRICO – No ano passado, a Secretaria de Estado da Saúde e a Prefeitura de Piracicaba (SP) assinaram convênio no valor de R$ 20 milhões para compra de equipamentos para o Hospital Regional.
A nova unidade, localizada no bairro Santa Rita, possui 18 mil metros quadrados de área construída e terá, em uma primeira etapa, 126 leitos, sendo 20 deles destinados à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de centro cirúrgico com oito salas com capacidade para atender cerca de 2 mil cirurgias de média e alta complexidade por mês. Vai atender exclusivamente pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) e será referência de atendimento de média complexidade para dez municípios. O investimento na construção, feito pelo município, é de mais de R$ 50 milhões.
