Ferrato destaca suas principais ações nos 100 dias de governo
Gabriel Ferrato falou na tarde de hoje (11) com a imprensa sobre os 100 dias de governo. Ele garantiu que o Plano de Governo, que norteou sua eleição, será executado na íntegra. “É o compromisso que assumi com a sociedade. Posso afirmar que sobrará recursos para fazermos ainda mais do que havíamos prometido”, enfatizou.
Destacou que tem trabalhado intensamente para ampliar a interlocução com a população, o que pode ser percebido com o PPA Cidadão, que recebeu 206 propostas de toda a cidade, sendo que 80% foram incorporados ao plano.
Dentre os projetos que comentou estão a ampliação dos serviços de corte de mato e poda, em fase de licitação. “Vamos ampliar os recursos, o que permitirá reduzir acentuadamente a demanda do 156 ainda este ano”.
Foram liberados recursos para recape inicial de 7 quilômetros das vias públicas e está sendo estudado o projeto para recuperação da Avenida Centenário”, o que deve acontecer na sequência da conclusão do Anel Viário”, explicou.
Ferrato disse ainda que recebeu 40 obras em andamento do governo anterior. Dentre as quais, o Hospital Regional, cuja construção civil deve ser concluída este ano. “Estamos entrando em contato com o governo Federal e devo entregar pessoalmente a Carta de Águas ao ministério de Saúde cobrando recursos para seu custeio. Já temos garantidos recursos do Estado para este fim. Mas não é suficiente”.
Recordou os R$ 55 milhões, noticiados recentemente, financiados junto à Caixa para a remodelar o sistema de transporte público; os recursos federais para a construção de 2020 casas populares para famílias que recebem até três salários mínimos, bem como para reforma do Barão da Serra Negra, dentre outros projetos que devem aparecer nos próximos meses.
Questionado sobre sua relação com a Câmara de Vereadores nesse período inicial, enalteceu sua base de apoio e disse que todas as críticas construtivas são sempre bem vindas, inclusive dos vereadores aliados. “Isso nos ajuda muito, porque eles nos trazem a voz da rua para que possamos fazer os ajustes necessários”.
Sobre o Pula Catraca, reforçou sua disposição para o diálogo e a impossibilidade, nas atuais circunstâncias, tanto de reduzir o valor da tarifa como encontrar subsídio dentro do orçamento municipal para esse fim.
“No primeiro caso, quebraríamos o sistema. Que empresário investiria numa estrutura falida e que não lhe dá retorno? Quanto à segunda, se eu tivesse o subsídio, o primeiro serviço que o receberia seria de Saúde, porque esta sim é a principal demanda da população”, afirmou.
