Entidades recebem veículos conseguidos com recursos do Imposto de Renda
{mosimage}Quatro entidades assistenciais de Piracicaba receberam do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente (Fundeca) selos e veículos doados com recursos do Imposto de Renda. A solenidade aconteceu na sede da Casa dos Conselhos e reuniu a secretária de Desenvolvimento Social, Maria Angélica Guércio; Paulo Cesar Spolidório, presidente do Conselho Municipal da Criança e Adolescente e representantes das entidades.O total de recursos arrecadados foi de R$ 128 mil e as entidades beneficiadas são a Fundação Jaime Pereira, Lar Franciscano de Menores, Pastoral da Criança e Nosso Lar. Todas têm no atendimento aos adolescentes sua prioridade. O dinheiro arrecadado veio reforçar a frotas de veículos dessas instituições, facilitando o transporte das pessoas assistidas. Segundo Spolidório, a através da doação de recursos às entidades, o Fundeca presta contas à sociedade, mostrando que o dinheiro está sendo aplicado adequadamente, melhorando acentuadamente a assistência de crianças e adolescentes. Ressalta que o principal trabalho do Fundo é deliberar sobre políticas públicas do município de Piracicaba, acompanhando o trabalho das entidades.A secretária Maria Angélica diz que através da colocação dos selos nos veículos é identificado todo o esforço que a sociedade fez, doando e destinando os recursos para o Fundeca. Sobre a arrecadação do ano passado que atingiu R$ 582 mil, a secretária acredita na superação deste montante este ano. “Vamos divulgar mais a campanha, na qual as pessoas físicas podem destinar até 6% de Imposto de Renda para esta finalidade e para as empresas o limite é de 1%. Estas contribuições são importantes para o trabalho das entidades.{mosimage}Para Fátima Pereira Gandolim, representante da Fundação do Câncer Jaime Pereira, o veículo veio em boa hora e é imprescindível para o transporte de crianças e adolescentes com câncer, para tratamento no Hospital Boldrini e Unicamp, em Campinas. “A única perua que a entidade tinha, estava muito velha e sem condições de uso e não havia recursos para trocá-la. Se não fosse essa perua, todo nosso trabalho seria prejudicado”. A Fundação atende 95 pacientes, sendo 30 crianças.
