Em workshop aberto ao público, Procon Piracicaba compartilha experiências do Não Se Cale
Ações desenvolvidas pelo município na proteção às mulheres serão apresentadas em encontro virtual domingo, 8/03
O Procon Piracicaba participa, neste domingo, 8/03, do workshop Rotary em Ação: Juntos por Mulheres Seguras, Fortes e Livres, iniciativa promovida pelo Rotary Distrito 4621 com base nas diretrizes do protocolo Não Se Cale, programa do Governo do Estado de São Paulo voltado à proteção das mulheres e à promoção de ambientes mais seguros em bares, restaurantes e eventos. O workshop será realizado às 10h, com transmissão ao vivo pelo canal do Rotary no YouTube.
A participação é gratuita, mediante inscrição pelo endereço https://bit.ly/40f4J5E. O público poderá acompanhar pelo link https://bit.ly/4aV2LNW.
Representando o órgão, a coordenadora Lúcia d’Ávila apresentará a experiência do município na implementação do protocolo, adotado no início de 2025. A participação ocorre a convite da organização do evento, em razão da atuação do Procon Piracicaba na orientação e fiscalização dos estabelecimentos, considerada uma referência na região.

Durante o encontro, a dirigente apresentará as ações desenvolvidas no município para viabilizar a aplicação da ação, que prevê a fixação de cartazes informativos em locais visíveis e nos banheiros femininos, além da capacitação gratuita de 30 horas oferecida pelo Governo do Estado de São Paulo aos funcionários dos estabelecimentos.
Como órgão fiscalizador, o Procon Piracicaba pode aplicar sanções administrativas caso não haja a adoção das medidas ou a comprovação da capacitação dos colaboradores. Paralelamente à fiscalização, o trabalho do órgão também tem caráter educativo, com orientações aos estabelecimentos sobre as diretrizes do protocolo e sua importância na prevenção de situações de violência ou constrangimento contra mulheres.
Segundo a coordenadora Lúcia d’Ávila, o objetivo é fortalecer a rede de proteção e incentivar a adesão dos estabelecimentos à iniciativa. “O Procon atua não apenas na fiscalização, mas também na orientação, contribuindo para que os espaços de convivência se tornem mais seguros para as mulheres”, afirma.
