COMUNICADO EMDHAP 03 – 05/12/2011
Diante da notícia publicada no site EP Piracicaba no último sábado, 3, o presidente da Emdhap, Walter Godoy dos Santos, orientado pela Procuradoria-Geral do município, tomará duas medidas: representará junto ao MP para que investigue e apresentará “notitia criminis” (notícia do crime) visando apurar crime contra a sua honra. Estas medidas buscam esclarecer o “conto do vigário” envolvendo a autarquia, que atingiu seu ápice na última sexta-feira, dia 02/12, quando munícipes ludibriados compareceram ao Ginásio Municipal para um suposto sorteio de casas.
A matéria do site que levou a EP ao erro, foi copiada de uma original de 2006, quando, de fato, aconteceu sorteio de casas no Santa Fé, numa sexta-feira, dia 02, mas de JUNHO.
“Tudo leva a crer que isso é uma articulação política contra mim, por razões que neste momento desconheço já que não sou candidato a nada”, diz Walter Godoy dos Santos. Ele também reafirma que desconhece Raquel Andréa Góes dos Santos, indicada por todos como sendo a pessoa responsável pelas falsas inscrições e por receber todos os pagamentos.
Por outro lado, todas as informações prestadas por Raquel em Boletim de Ocorrência, que dizem respeito ao presidente da Emdhap, são falsas: Walter Godoy dos Santos não é e nunca foi proprietário de Hylux preta, bem como o número do celular fornecido como sendo dele, nunca lhe pertenceu.
Mais uma vez, a Emdhap alerta para o fato do que não cobra ou recebe qualquer valor em dinheiro para participação em inscrição ou sorteio de casas. A Emdhap também não negocia casas. Todo processo de comercialização é feito pela CDHU, Companhia de Desenvolvimento Habitacional, ligada ao Governo do Estado de São Paulo e, mesmo depois de contemplado em sorteio, todos os valores devidos pelos mutuários são pagos por meio de boleto bancário.
No final da tarde hoje, 05/12/2011, o presidente da Emdhap, Walter Godoy dos Santos, foi ouvido pelo 6º promotor de justiça criminal e, em declarações relatou todo o ocorrido e juntou documentos que expõem a questão. O promotor requisitou a instauração de inquérito policial com o intuito de averiguar a possível existência de outros envolvidos além da Raquel, na prática de eventual delito.
CCS05 de dezembro de 2011.
