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Centro de Controle de Zoonoses e imobiliárias selam parceria para combater o mosquito da dengue

Por Comunicação Social / Publicado em 25/07/2008
Tempo de leitura: 3 minutos.

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e as imobiliárias da cidade selaram na noite da última quinta-feira (24), no Centro Cívico, da Prefeitura, parceria para o combate do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. O encontro reuniu o responsável pelo CCZ, representantes do Cresci, corretores e de imobiliárias. Na cidade tem cerca de 80 imobiliárias.

No ano passado foram registrados no município, 5.666 casos da dengue e neste ano, 44 até o momento. Desde a implantação do Plano de combate à dengue, em julho do ano passado, houve redução de 40% na infestação do mosquito e de 70% dos focos do mosquito, fatores que contribuíram para redução da epidemia.

O delegado regional do Cresci, José Carlos Masson, afirmou que é importante a união de todos para combater a dengue e a parceria com a Zoonoses tem por objetivo melhorar a conscientização no setor a respeito dessa grave doença que pode ser evitada se as pessoas se informarem melhor e contribuírem decisivamente para a redução de casos notificados na cidade.

Masson explica que através dessa parceria, as vistorias nos imóveis serão facilitadas. Destaca a importância dos imóveis não ficarem muito tempo fechados e os corretores efetuarem visitas mais freqüentes, procurando eliminar focos de proliferação do mosquito.

Segundo André Luis Rossetto, do Centro de Zoonoses, foi registrado um grande número de imóveis fechados na cidade, tanto para locação como para venda. Destaca que esta parceria visa, sobretudo, atuar ao lado do setor imobiliário, no sentido de colaborar, chamando-os para a co-responsabilidade do controle do mosquito nos imóveis, principalmente quando os agentes não conseguem acesso para vistorias nestas casas.

Rossetto observou que normalmente as imobiliárias colaboram para a realização das vistorias, mas “o maior problema é a grande quantidade de imóveis nessa situação. Para visitarmos todos estes imóveis precisaríamos ter praticamente mais uma equipe de combate a dengue na cidade, para atender a demanda, o que é inviável”.

De acordo com Rosseto, “normalmente as pessoas que ocupam estes imóveis não se atentam para um simples detalhe, que são o vaso sanitário ou ralo de esgoto. Em muitos casos as pessoas entregam as chaves e pintam os imóveis, mas se esquecem da limpeza do vaso e ralo, que são focos comuns do mosquito da dengue e se não for feita a desinfecção adequada, pode infestar todo quarteirão e até mesmo o bairro”.


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