CAT emite Carteiras de Trabalho aos jovens da Fundação Casa
A Secretaria Municipal do Trabalho e Renda, através do CAT – Centro de Apoio ao Trabalhador prestou serviço de emissão de Carteiras de Trabalho para 25 jovens internos da Fundação Casa – Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente de Piracicaba. Segundo Luciana Goes, Chefe do CAT, os jovens, com idade entre 14 e 18 anos exerceram seus direitos de cidadãos aquirindo sua 1ª Carteira de Trabalho emitidas na própria Fundação Casa por funcionários autorizados e habilitados do CAT. Frequentemente a unidade atende diversos jovens que passaram por medidas socioeducativas e estão à procura de emprego. Luciana Goes explica que jovens comparecem ao CAT portando Carteira de Trabalho e documentos pessoais e, havendo vagas disponíveis que atendem ao seu perfil, são encaminhados para as empresas com vagas em aberto para participar das entrevistas. O Centro Público de Emprego Trabalho e Renda de Piracicaba, conhecido por CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador), foi inaugurado em 28 de julho de 2008, conforme estabelecido pelo Convênio 028/2007, entre Ministério do Trabalho e Emprego/ Secretaria de Políticas Públicas de Emprego/ Conselho Deliberativo do Fundo de Apoio ao Trabalhador e Prefeitura, com a finalidade de municipalizar os serviços de apoio ao trabalhador piracicabano. A unidade localizada na Rua Voluntários de Piracicaba, 728, atende ao trabalhador através do processo de Intermediação de Mão-de-Obra (IMO), habilitação de seguro-desemprego e emissão de Carteira de Trabalho. Funciona de segunda à sexta-feira, das 8 às 17 horas, mediante apresentação de Carteiras de Trabalho e CPF. A Fundação CASA presta assistência a jovens de 12 a 21 anos incompletos em todo o Estado de São Paulo. Eles estão inseridos nas medidas socioeducativas de privação de liberdade (internação) e semiliberdade. As medidas — determinadas pelo Poder Judiciário — são aplicadas de acordo com o ato infracional e a idade dos adolescentes.A fim de aprimorar a qualidade do atendimento, o Governo do Estado de São Paulo apostou num programa de descentralização do atendimento. Em síntese, o objetivo é fazer com que os adolescentes sejam atendidos próximos de sua família e dentro de sua comunidade, o que facilita a reinserção social.
