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Campanha de vacinação antirrábica chega ao quinto sábado de ação

Por Comunicação Social / Publicado em 18/10/2013
Tempo de leitura: 6 minutos.

A Campanha de Vacinação Antirrábica, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), chega ao seu quinto dia de ação. Neste sábado (19), as equipes estarão distribuidas por 19 pontos dos bairros Jardim Elite, Vila Monteiro, Nova América, Vila Independência, Cois Córregos, Nova Iguaçu, Glebas Natalinas/Aliança, Jd. Ipanema, Vila Verde, Santa Sílvia, Jd. Panorama, Jd. Potiguar, Jd. Brasília, Bairro Alto, São Dimas e São Judas. Em alguns destes lugares são abertos, como praças e área de lazer. Para evitar aglomeração, o que pode estressar os animais, a indicação do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) é que proprietários e animais já atendidos não devem permanecer no local além do necessário. O atendimento será das 8 às 17 horas. A Secretaria da Saúde fez, durante a semana, divulgação da campanha na região que será atendida por meio de carro de som, faixas e banners informativos. A Campanha alcançou a marca de 13.177 animais vacinação em quatro sábados: 21 de setembro – 2.385 cães e 307 gatos; 2.693 no total 28 de setembro – 3.244 cães e 402 gatos; 3.646 no total 5 de outubro – 3.012 cães e 466 gatos; 3.478 no total 12 de outubro – 3.083 cães e 282 gatos; 3.365 no total A Campanha de Vacinação Antirrábica, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, segue até dia 9 de novembro. Serão oito sábados de campanha, totalizando 147 postos de vacinação espalhados pela área urbana da cidade. No primeiro semestre a campanha percorreu a zona rural de Piracicaba e vacinou 17 mil animais domésticos. Em 2012 foram vacinados 41.200 animais contra a raiva, sendo 35.736 cães e 5.464 gatos. Orientações É importante, tanto aos profissionais da Saúde quanto aos proprietários, observar o comportamento dos animais. São basicamente quatro estados: em alerta, com medo, nervoso ou calmo. A diferença pode ser avaliada pela postura. “Alguns animais nunca saem de casa e ficam muito estressados pela aglomeração de pessoas, outros animais e crianças. É muito movimento novo e barulho. Eles avançam quando estão com medo e se sentem acuados, mordem para se defender. Por isso deve-se deixar o ambiente o mais tranquilo possível”, explicou o médico veterinário Paulo Lara. Segundo o veterinário, a maioria dos animais ficam tranquilos pelo estado de euforia que estão. “Encaram a atividade como um passeio e as vezes nem percebem que foram vacinados.” Alguns pequenos detalhes podem evitar acidentes. O uso de óculos escuros, por exemplo, não é bem aceito pelos bichanos. Distrair eles na hora da aplicação também funciona bem: “segurar os gatos pelo dorso ou massagear a orelha dos cães é uma boa tática”. Para animais de pequeno porte, o ideal é que sejam vacinados no colo dos proprietários. “Todos os cuidados são tomados principalmente para garantir a segurança de animais e condutores”, ressaltou Lara. Cães e gatos a partir de 3 meses devem receber a vacina. Os responsáveis devem evitar que animais sejam conduzidos por crianças ou pessoas idosas, que não terão condições de segurar cães e gatos mais agitados. “Os cães devem ser levados em guias adequadas. Muitos chegam com fios finos, que podem arrebentar com facilidade ou ainda machucar os animais. Para os gatos, o ideal é que sejam colocados em sacos de pano, como fronhas, ou até mesmo em sacos como de cebola. Embora não pareça o meio mais confortável, é onde os felinos ficarão contidos e mais seguros”, explicou médico veterinário Paulo Lara. Os proprietários de animais que estiverem em tratamento ou gestação devem ser orientados pelo veterinário de confiança. Em caso de dúvidas, a vacina não deve ser aplicada. Os animais que não forem imunizados durante a campanha podem procurar pelo Canil Municipal para receber a dose em qualquer época do ano. A vacina aplicada será a Rabisin-i (Merial), importada da França e a mais conceituada entre os veterinários, usada pela Secretaria de Saúde desde o ano passado. Será aplicada uma dose única, independente os porte do animal. “São raríssimos os efeitos colaterais, nunca aconteceu em nossas campanhas. Contudo, em caso de reação o Centro de Controle de Zoonoses deverá ser comunicado. Além disso, haverá um veterinário de plantão para atender ocorrências”, garantiu Lara. Antes de iniciar a campanha, o CCZ fez a capacitação dos profissionais de saúde por meio de palestra e treinamentos práticos no Canil Municipal.


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