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Ambulatórios de Cuidados Paliativos e de Epilepsia ampliam oferta de serviços na rede municipal de saúde

Parceria entre Secretaria de Saúde, Universidade Anhembi Morumbi e Santa Casa fortalece atendimento aos usuários do SUS em Piracicaba

Por CCS / Publicado em 27/02/2026
Tempo de leitura: 5 minutos.

Começaram a funcionar nesta semana, no Centro Integrado de Saúde da Universidade Anhembi Morumbi (CIS-UAM), em parceria com a Prefeitura de Piracicaba e a Santa Casa, os ambulatórios de Cuidados Paliativos e de Epilepsia, ampliando a oferta de atendimento especializado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, dr. Sergio Pacheco, visitou o local nesta sexta-feira, 27/2.

A imagem mostra um grupo de onze pessoas (seis mulheres e cinco homens) posando para uma foto em frente a um prédio com a inscrição "Universidade Anhembi Morumbi". Eles estão alinhados lado a lado, sobre um chão de asfalto, e parecem estar em um ambiente externo durante o dia. As pessoas vestem roupas variadas, desde jalecos brancos até camisetas e roupas casuais. Uma mulher no centro usa uma camiseta roxa com a palavra "Epilepsia" e um homem à direita veste uma camiseta azul com a inscrição "pilepCIA ALICE". Todos estão sorrindo e olhando para a câmera. Ao fundo, além do prédio cinza com a inscrição da universidade, há um carro escuro estacionado e uma estrutura amarela à esquerda. O clima parece ser claro com luz natural. A imagem transmite um ambiente profissional e amigável, possivelmente relacionado a uma iniciativa ou campanha sobre epilepsia.
Representantes da Santa Casa, Secretaria de Saúde e Faculdade Anhembi Morumbi celebram a parceria
A imagem mostra três pessoas posando em um ambiente que parece ser um consultório médico ou uma sala acadêmica. À esquerda, um homem usa óculos, camisa azul clara e calça preta. No centro, uma mulher loira veste uma blusa sem mangas bege e calças rosa vibrante. À direita, outra mulher com cabelo escuro e ondulado usa óculos grandes, um vestido preto e branco com estampa geométrica e um crachá pendurado no pescoço. Ao fundo, há um cartaz com um gradiente azul para verde contendo a frase em português: "MEDICINA QUE VAI ALÉM DA CIÊNCIA, SENDO TAMBÉM UM ATO DE COMPAIXÃO E SOLIDARIEDADE." Abaixo, está escrito "Universidade Anhembi Morumbi". O ambiente é claro, com paredes brancas, uma pia à esquerda e uma mesa com um laptop à direita. A iluminação é uniforme e o espaço parece limpo e organizado.
Vice-prefeito e secretário de Saúde, dr. Sergio Pacheco, dra. Manuella Godoy e dra Samantha Balloni

“São ambulatórios completos e pioneiros, em uma estrutura muito adequada para o atendimento”, destacou Pacheco. Também estiveram no local a secretária-executiva de Gestão de Saúde, Daniela Andrade, e a a médica Cláudia Fonseca, da coordenação médica da Atenção Básica no município. O atendimento nos dois ambulatórios será feito após encaminhamento por algum serviço do SUS, com agendamento pela Central de Regulação da Prefeitura.

O ambulatório de Cuidados Paliativos será coordenado pela médica Samantha Nikolaides Balloni e tem como objetivo garantir mais qualidade de vida a pacientes com doenças graves e ameaçadoras à vida, por meio do planejamento individualizado de cuidados.

A imagem mostra uma sala de atendimento médico ou clínica, com um ambiente limpo, organizado e bem iluminado. À esquerda, há uma mesa branca com duas cadeiras pretas giratórias. Sobre a mesa, está um notebook preto, um mouse e um pequeno suporte acrílico com um texto. Na parede do fundo, há uma janela retangular alta que permite a entrada de luz natural, além de um aparelho de ar-condicionado instalado próximo ao teto. À direita, encontra-se uma maca de exame com uma superfície preta coberta por um papel branco descartável, junto a um pequeno banquinho de dois degraus. Na parede ao lado da maca, um grande banner vertical em tons de azul e verde com texto em branco, que diz: "AQUI, CADA VIDA MERECE SER CUIDADA COM DEDICAÇÃO E RESPEITO. Universidade Anhembi Morumbi | inspirali." No canto do fundo, há uma pia com torneira e um dispensador de sabonete, além de um carrinho metálico com materiais médicos e uma caixa amarela para descarte de materiais perfurocortantes. A sala transmite uma atmosfera profissional, voltada para o cuidado e atendimento dos pacientes.
Atendimentos serão realizados no Centro Integrado de Saúde, localizado na rua Silva Jardim

“Queremos oferecer um cuidado mais humanizado, com controle adequado dos sintomas e o menor sofrimento possível ao longo de toda a trajetória da doença”, explicou a médica.

O serviço amplia o acesso da população aos cuidados paliativos precoces, qualificando a linha de cuidado no município e contribuindo para a redução de internações evitáveis e do sofrimento não controlado. O atendimento também estrutura um modelo ambulatorial especializado integrado à rede pública de saúde.

Os cuidados paliativos são voltados ao acolhimento e à qualidade de vida de pacientes e familiares ao longo de todo o curso de doenças graves, desde o diagnóstico, independentemente da possibilidade de cura. O Brasil avançou recentemente com a oficialização da Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS, e o ambulatório implantado em Piracicaba se insere nesse contexto como iniciativa pioneira no município.

EPILEPSIA – Outro atendimento inédito é o oferecido pelo Ambulatório de Epilepsia, que será oficialmente inaugurado neste sábado, 28/2, também no CIS. O modelo prevê atendimento integrado e diferenciado para pessoas com epilepsia, fortalecendo a rede de atenção no município e ampliando o acesso ao acompanhamento especializado, diagnóstico qualificado e orientação contínua para pacientes e familiares.
A implantação conta com parceria da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) e participação do projeto ElipeCia, da Associação de Amigos na Luta Incondicional Contra a Epilepsia (AALICE), que atua na disseminação de informações, conscientização e combate ao preconceito.

A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por descargas elétricas anormais no cérebro, que podem provocar crises com movimentos involuntários, alterações de consciência e outros sintomas. Pode ter origem genética ou ser consequência de lesões cerebrais adquiridas, como traumas ou AVC, afetando pessoas de todas as idades.

Para a coordenadora do ambulatório, a médica Manuella Godoy, a iniciativa também contribui para a formação acadêmica. “Esse ambulatório é muito importante para a formação dos nossos alunos, que terão contato com um serviço de ponta e com pacientes que necessitam de atenção especializada. Vamos contribuir significativamente com a saúde do município”, afirmou.

“É uma satisfação imensa participar desse processo, que representa uma grande conquista para o município e para a região”, destacou Renata Righeto, do grupo EpilepCia.


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