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A magia e o encantamento do circo

Por Comunicação Social / Publicado em 17/09/2013
Tempo de leitura: 4 minutos.

Alunos da rede municipal e estadual conferiram de perto o 6º Festival Paulista de Circo A empolgação e a curiosidade das crianças eram contagiantes. Ao adentrar no Engenho Central, que de 12 a 15 de setembro foi palco do 6ª Festival Paulista de Circo, elas foram surpreendidas por um trio de artistas circenses que se equilibravam em pernas de pau. Com os dedinhos direcionados para cima, as crianças, indignadas, perguntavam umas às outras como é que aquelas pessoas podiam se equilibrar estando tão distantes do chão.

Quando os atores do espetáculo “Atenção, respeitável público!” da Dupla Companhia deram início à apresentação, o silêncio tomou conta da plateia, composta por crianças de 3 a 5 anos. A Prefeitura disponibilizou cerca de 40 ônibus para que alunos da rede municipal e estadual de ensino assistissem aos espetáculos. Ao todo 10 escolas municipais com 967 crianças e 11 estaduais com 860 alunos puderam conferir o Festival de Circo, organizado pelo Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura.

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O aluno da E.M. Professora Anna Maria Fontabelli Avansi, Jardim Gilda, Kaio de Oliveira de 5 anos, contou que estava conhecendo o circo pela primeira vez e não imaginava o que iria encontrar no picadeiro da Lona Piolin, a maior lona das três erguidas no Engenho Central, onde o Circo de Napoli se apresentou na tarde de sexta-feira, 13. “Cheguei da escola e contei para meus pais que ia no circo. Estou animado e curioso para saber o que vai acontecer. Vai ser uma surpresa”, contou o garoto que não escondia a ansiedade.

Quem também estava inquieta para adentrar na lona Piolin era a aluna da E.M. Professora Maria de Lourdes Silva Viccino, Jardim Irapuã, Saiury Grabieli, 5 anos. Assim como Kaio, ela também iria conhecer o circo pela primeira vez e imaginou encontrar no picadeiro balanços, bicicleta, palhaços e até bichos. As lonas montadas para as apresentações foram batizadas em homenagem a grandes palhaços brasileiros: Piolin, Arrelia e Pimentinha. Já o espaço dedicado às oficinas infantis de artes circenses remeteu ao Palhaço Carequinha e o palco a céu aberto, onde também houve apresentações, recebeu o nome de Palhaço Figurinha.

A diretora Juliana Pazeti e a professora Eloisa Cruz da E.M. Professora Maria de Lourdes Silva Viccino, contaram que dias antes mostraram às crianças alguns vídeos, disponibilizados na internet, do Festival de Circo do ano passado. “Alguns alunos acharam que iriam encontrar no circo apenas palhaços, mas por meio dos vídeos eles viram que não. O contato com a cultura é essencial e o conhecimento reflete em sala de aula”, disse Eloisa.

A Secretária de Educação Angela Jorge Corrêa, defende a ideia de que as crianças devem ter contato com todo o tipo de cultura na primeira infância “para que o conteúdo absorvido seja levado para a vida toda”.

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