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1.370 alunos da rede municipal vivenciam a música clássica no Teatro Municipal Dr. Losso Netto

Projeto ABC do Do-Ré-Mi, da Sinfônica de Piracicaba em parceria com a Prefeitura, possibilita manhã de aprendizado e encantamento

Por CCS / Publicado em 17/04/2026
Tempo de leitura: 5 minutos.
A imagem mostra um grande auditório ou teatro cheio de pessoas sentadas, principalmente crianças e jovens, com alguns adultos. Elas estão organizadas em fileiras de cadeiras escuras, olhando para o palco (que não aparece na foto). Muitas pessoas estão aplaudindo, demonstrando que estão apreciando uma apresentação ou espetáculo. A iluminação está baixa, com foco na plateia, criando um ambiente acolhedor e envolvente. No fundo, há placas de saída de emergência com a palavra "SAÍDA", indicando que o local segue normas de segurança. A cena transmite uma sensação de união e entusiasmo dos espectadores diante do evento.
Alunos da rede municipal de ensino lotaram Teatro Dr. Losso Netto.

A ida ao teatro costuma despertar expectativa e curiosidade sobre o que será apresentado no palco. Com os 1.370 alunos da rede municipal de ensino, não foi diferente. Na manhã desta sexta-feira, 17/04, eles participaram de duas sessões de abertura anual do projeto ABC do Do-Ré-Mi, no Teatro Municipal Dr. Losso Netto. Ao ocuparem seus lugares, o cenário era de encantamento. Olhares atentos, sorrisos espontâneos e, para muitos, a primeira experiência em uma casa de espetáculo. O projeto, que celebra dez anos, é realizado pela Orquestra Sinfônica de Piracicaba em parceria com a Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Educação, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura. A proposta é aproximar o público infantil da música clássica de forma leve, didática e envolvente.

A imagem mostra um palco de madeira com duas pessoas em destaque, um homem e uma mulher. O fundo é dominado por uma cortina azul vibrante, e há várias cadeiras e estantes de partituras organizadas, sugerindo que o local é uma sala de concertos ou um espaço para apresentações musicais. O homem, à esquerda, está de pé com as mãos na cintura, usando uma camisa escura com estampa e calças jeans escuras. Ele tem cabelo grisalho e bigode. A mulher, à direita, veste um macacão escuro, está segurando um microfone e parece estar falando. Ela usa óculos e tem cabelo loiro preso. A iluminação foca nos dois, criando sombras no chão de madeira. A cena transmite a ideia de um evento ou ensaio musical prestes a acontecer ou em andamento.
Secretarios Carlos Beltrame e Juliana Vicentin, da Cultura e Educação, respectivamente, participaram das sessões.

Até o fim do ano, a ação deve alcançar 49 escolas do Ensino Fundamental, somando cerca de 4.050 participantes entre estudantes e funcionários, além de 55 unidades da Educação Infantil, com aproximadamente 3.900 participantes. Nesta sexta-feira, participaram os alunos das escolas Maria Benedicta Pereira Penezzi, Thales Castanho de Andrade, Fábio de Souza Maria, André Franco Montoro, Wilson Guidotti, Irineu Umberto Packer, Aracy de Moraes Terra, Manoel Rodrigues Lourenço, Alberto Thomazi, Adolfo Basile, João Batista Nogueira, Judith Moretti Accorsi, Luiz Claudio Alves, Tercilia Bernadete Sanches Costa, José Antonio de Souza, Ada Buselli Neme, Carlos Sodero e Francisco Corrêa.

No palco, os instrumentistas da OSP dividiram a cena com o ator Matteus Cobra, que interpreta o palhaço Zé da Batuta, e o violonista Luis Fernando Fisher Dutra, no papel de maestro. A interação entre artistas e plateia conduziu a apresentação, que apresentou, de forma lúdica, as famílias dos instrumentos (cordas, madeiras, metais e percussão) e suas diferentes sonoridades. Presente nas sessões, a secretária municipal de Educação, Juliana Vicentin, destacou o impacto da iniciativa ao longo dos anos. “Ver o teatro cheio e os alunos vivenciando a cultura é motivo de satisfação, já que a experiência amplia o repertório e o olhar cultural das crianças. Em uma década, o projeto já alcançou cerca de 60 mil pessoas”, destacou.

A imagem mostra dois homens em um palco com fundo azul escuro. O homem à esquerda é mais velho, com cabelo grisalho, vestindo um blazer preto sobre uma camisa vermelha, calça escura e sapatos pretos. Ele segura um microfone na mão direita e uma batuta de maestro na mão esquerda, parecendo estar falando. O homem à direita está vestido de palhaço, com cabelo verde e encaracolado, nariz vermelho, boina preta, colete colorido sobre uma camisa vermelha, gravata borboleta vermelha e verde, calças amarelas com detalhes vermelhos, meias listradas verdes e brancas e sapatos marrons. Ele olha para o homem à esquerda, com uma das mãos no peito. Ao fundo, há suportes para partituras, cadeiras e um instrumento de cordas (possivelmente um violoncelo). A luz está focada nos dois homens, destacando-os no palco, sugerindo um momento de apresentação ou ensaio.
Músico Luis Dutra se torna maestro do espetáculo e interage com palhaço.
A imagem mostra uma apresentação no palco com cinco pessoas e vários instrumentos musicais. À esquerda, há um palhaço vestido com uma camisa vermelha, colete colorido, calças amarelas, boné preto, nariz vermelho e maquiagem branca no rosto. Os outros quatro indivíduos são músicos, vestidos de forma mais formal, com camisas e calças escuras. Eles seguram instrumentos de sopro: trompete, trompa, trombone e tuba. O palco é de madeira e, ao fundo, há várias cadeiras, suportes para partituras e outros instrumentos, como um contrabaixo e uma bateria, indicando que pode ser um ensaio ou concerto. A iluminação destaca os músicos, enquanto o fundo permanece escuro. Na parte inferior da imagem, é possível ver a silhueta da plateia assistindo à apresentação.
Músicos da Orquestra Sinfônica de Piracicaba compartilharam sonoridades dos instrumentos.

O secretário municipal de Cultura, Carlos Beltrame, enfatizou o caráter transformador da proposta. Em sua avaliação, se trata de uma ação que emociona e, ao mesmo tempo, consegue transmitir conteúdos de forma acessível, didática e interativa, aproximando o público da música de concerto.

Para a professora Claudete Barbieri, da Escola Municipal Irineu Umberto Packer, o projeto vai além do entretenimento e se consolida como ferramenta de aprendizagem e transformação social. “Acho maravilhoso ter esse contato. Ano passado também trouxemos os alunos e logo depois percebemos mudanças positivas no comportamento, sendo que na orquestra precisamos ter atenção e silêncio para ouvir os instrumentos. Além disso, alguns começaram a praticar um tipo de instrumento”, destacou.

Ao final da apresentação, a aluna da mesma escola Antonella Rubini Campos, de 10 anos, aprovou o projeto. “Foi muito legal. Eu gostei mais da família das cordas, principalmente do contrabaixo, por causa do tamanho do instrumento. Também amei o palhaço”, declarou Antonella.

A imagem mostra uma garota jovem e um palhaço posando juntos em um palco de madeira. A garota está mais próxima da câmera, sorrindo e olhando diretamente para ela. Ela tem cabelos castanhos longos, usa uma camiseta branca com mangas azuis, um colar preto com detalhes vermelhos e dois colares com pingentes. O palhaço está ao lado dela, também olhando para a câmera, com um sorriso pintado no rosto, nariz vermelho, cabelo colorido azul e verde, e usa uma boina preta, camisa vermelha, colete estampado com aves tropicais e uma gravata borboleta. Ao fundo, há várias cadeiras e suportes para partituras, indicando que o local é um palco para apresentações musicais. Algumas pessoas aparecem ao fundo, sugerindo que o evento está acontecendo em um ambiente público. A iluminação é quente, destacando os dois personagens principais. No canto superior esquerdo da imagem, aparece o texto "PREFEITURA DE Piracicaba".
Ao lado do palhaço Zé da Batuta, a aluna Antonella Campos aprovou o projeto.


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